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    Onze Sonetos -

    Bruno de Menezes

    Pacgel
    2010
    80 páginas
    2h 40m
    ISBN-10: 8690811151
    Português Brasileiro
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    Como criar belos sonetos a partir de frases imaginadas por outro poeta? Essa questão foi respondida brilhantemente pelo paraense Bruno de Menezes, em 1960, quando leu no jornal o anúncio de um concurso nacional de um concurso em ilhéus, na Bahia, que premiava aquele que compusesse onze sonetos com as "chaves de ouro" elaboradas por Guilherme de Almeida, considerado o quarto príncipe dos poetas brasileiros. Promovido pela Academia de Letras de Ilhéus, Bruno foi o grande vencedor do prêmio "Cidade de São Jorge dos Ilhéus", com os seus onze sonetos publicados, em 1960, pelo Governo do Estado do Pará. Em comemoração ao cinquentenário da vitória, a família Bruno de Menezes lança a segunda edição do livro "Onze Sonetos", totalmente revista e com depoimentos de grandes literatos, para o deleite de todos os que acreditam na poesia.

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    Bento Bruno de Menezes Costa profile picture

    Bento Bruno de Menezes Costa

    Bento Bruno de Menezes Costa (Belém PA, 1893 - Manaus AM, 1963) publicou em 1920 seu primeiro livro de poesia, Crucifixo, em Belém PA. Na época, já era membro da Academia dos Poetas Paraenses. Em 1923 fundou a revista literária Belém Nova, responsável pela divulgação da poesia modernista após a década de 20. Publicou, no ano seguinte, Bailado Lunar; seguiram-se Poesia (1931), Batuque (1939), Lua Sonâmbula (1953), Poema para Fortaleza (1957) e Onze Sonetos (1960). Nos anos seguintes escreveu peças teatrais juninas para o grupo Pirapema e, em 1950, publicou a novela Maria. Em 1954 tornou-se membro do Instituto Histórico e Geográfico do Pará e da Comissão Paraense de Folclore e lançou o romance Candunga, com o qual ganhou o Prêmio Estado do Pará. Foi presidente da Academia Paraense de Letras entre 1956 e 1957. Publicou diversos livros sobre folclore, em 1958 e 1959, entre os quais Boi Bumbá e Auto Popular. Bruno de Menezes pertence à segunda geração do modernismo brasileiro. Segundo o crítico Dante Costa, ele realizou em sua obra uma transposição “das vivências do negro no Brasil, do fato folclórico, da realidade que não interessa apenas ao crítico literário, mas também e principalmente ao sociólogo, ao estudioso dos hábitos e costumes, ao etnógrafo do negro brasileiro.

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    Pará, Brasil

    Bento Bruno de Menezes Costa