Um herói da nossa época, Jay-Z é um dos artistas de hip-hop, produtores de discos e empresários de maior sucesso do mundo. Vendeu mais de 50 milhões de álbuns no mundo todo e ganhou 13 prêmios Grammy. O autor Mark Beaumont entrevistou Jay-Z e muitas das conclusões reveladoras desse encontro compõem esta biografia sem barreiras de uma grande história de sucesso americana, na qual o talento musical e a criminalidade juvenil coexistem lado a lado com algumas das habilidades empresariais mais abrangentes e impressionantes. Este livro fascinante conta tudo, revelando como o bom, o mau e o corporativo fazem parte da incrível lenda de longo alcance de Jay-Z. Como detentor do recorde de mais álbuns de um artista solo no número um da parada da Billboard, Jay-Z, o músico, não foi ofuscado pelo Jay-Z empresário. Se ele precisasse de mais credibilidade, seu casamento com Beyoncé com certeza lhe deu isso. Shawn Carter, vulgo Jay-Z, o Rei da América, é a prova viva de que o sucesso nos Estados Unidos não conhece barreiras. Este livro apresenta uma carreira realmente extraordinária. Contém entrevistas com Kanye West, Chris Martin, Busta Rhymes, LL Cool J, Damon Dash, Dr. Dre, Rick Rubin e muito mais.
Jay-Z - O Rei da América -
Mark Beaumont
' Triste demais quando vemos um conteúdo relevante e sentimos falta de uma preparação de texto e com uma tradução quase google. Copydesk é fundamental pra bang gringo, não entendo porque a falta de esmero já que tá trazendo o bagui pro Brasil. Lamentável pra caraio. Se a pessoa não tá com muito tesão de ler acaba desistindo, pelas frases truncadas, muitas vezes mal construídas, ficando sem sentido. Sobre o livro, sempre importante. Shawn Carter referência absoluta pra toda vida. Prova de que o mundo classista não cede espaços, é preciso tomá-los, usando o sistema estabelecido pra se tornar alguém que controla o jogo e não apenas ficando sensível à mercê dele. Um visionário, empreendedor, artista de sucesso e a real inspiração pra que vem de baixo MESMO, completamente descartado do game pela elite do poder e se tornando um gigante, forte, com um séquito imenso de admiradores, com a habilidade de prosperar financeiramente tanto quantos os lobos de sempre, com o bônus de influenciar multidões como apenas os grandes artistas são capazes. Definitivamente foda! Impossível não admirar a magnitude que uma figura periferiana contemporânea dessas pôde alcançar. Violentando preconceitos, elevando o negócio rap a outros patamares e até se aproximando de grupos inaceitáveis no campo cultural, mas já que “cash rules everything around me” nada mais justo do que manter um “empire state of mind”. Conquistar o mundo titil, é isso! Vou meter o trecho final do livro que é daora e depois vou deixar as páginas que dissecam cada um dos discos falados no livro, pra ficar fácil de localizar: *“Ele nos lembrou muitas vezes de onde ele vem, como ele se via e como ele chegou de lá para cá, mas quem é Jay-Z em 2012? Ele é o rapper de maior sucesso de todos os tempos. Ele é amigo e conselheiro do presidente. É o cara que pode aparecer na Oprah assando torta de limão durante o dia e discutindo a importância cultural dos rappers usando a palavra começando com “N” no jantar. Ele é o senhor do crime do submundo que você pode amar. É um homem tão rico que certa vez estava gostando tanto de uma refeição em Capri que chamou um amigo nos Estados Unidos e o trouxe voando para prova-la com ele. Ele é o rei da mistura que comanda festivais de rock, quer trabalhar com Jack White e é visto nas apresentações de Coldplay, do Muse e do Grizzly Bear. É o rapper que usou tão bem a forma de arte que agora sente uma responsabilidade de cuidar dela e representá-la positivamente, para que a próxima geração possa se salvar com rimas como ele fez. É um ativista cultural, é um pioneiro racial e musical, um empreendedor de muito sucesso, emancipador e filantropo. Ele é um poeta cujas palavras incluem violência explícita, honestidade brutal, revelação devastadora, misoginia limítrofe, um ego imenso e riqueza, uma autobiografia de partir o coração, ostentação desavergonhada, filosofia de rua intensa, consciência social profunda, autodefesa, contra-ataques, sofrimento, amor e montanhas de graça e honra. Tudo isso cantando em flows e cadências cada vez mais inventivos e se retorcendo em redes de metáforas complexas e inteligentes, duplos sentidos, referências cruzadas, dribles enganadores e imagens tão densas e estonteantes que daria um curso sobre isso na Universidade de Nova York. Ele é um pai fresco que trabalhou incansavelmente em campos letais por 30 anos, lutando e sofrendo para sua filha nunca precisar fazer isso. Ele é o garoto incorrigível, perdido e sem pai do conjunto habitacional chamado Shawn, determinado a superar as expectativas. E que espera chegar ao topo de seu primeiro bilhão até 2015”. *reasonable doubt – (71/75;77/81); in my lifetime vol.1(87/97); streets is watching soundtrack (101/104); vol.2 hard knock life(108/114); vol.3 life and times of S. Carter(126/135); the dynasty: roc la familia(139/145); the blueprint(152/161-unplugged 166); best of both worlds (168/169 - unfinished business 217/218); the blueprint2: the gift&the curse(176/188); the black album(196/205); collision course(219/220); kingdom come(233/240); American gangster (245/255); the blueprint 3(274/285); watch the throne(291/304). '
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