Rick Yancey retornar com sua trilogia de O Monstrologista com o terceiro livro, intitulado como A Ilha de Sangue, no qual voltamos a acompanhar as aventuras do jovem Will Henry e o Dr Pellinore Warthrop com uma criatura extremamente infecciosa que devem guardá-la num lugar seguro.
Como os dois primeiros livros, A Ilha de Sangue inicia-se com o autor comentando sobre os diários que foram encontrados e sua apuração para descobrir se a história é real ou apenas uma alucinação de um homem que queria fugir de uma realidade entediante.
Quando adentramos na história de Henry e Pellionore, somos apresentados a um personagem que visita o mestre e o aprendiz durante a madrugada com uma encomenda secreta para o monstrologista de um outro colega de profissão, John Kearns. A entrega nada mais era do que uma espécime extremamente contagiosa, um Typhoeus Magnificum nidus; o entregador que foi contaminado e acaba se transformando num monstro, quase uma zumbimificação.
Dessa vez o enredo possui mais perigo, sangue (em algumas partes em excesso), morte e muitas viagens ao redor da Europa, além da Ilha Socotra Ilha de Sangue; neste momento o autor consegue fazer uma alteração no enredo, trazendo mais ambientação e não demorando tanto para resolver as subtramas apresentadas.
O livro tem um começo diferenciado do que já nos foi apresentado anteriormente e segue um caminho até então inesperado para quem acompanha a obra de Yancey; este livro é o mais volumoso da saga, por tanto, mesmo contendo uma trama que lhe prende e faz que o leitor mergulhe no universo apresentado, é mais demorada e algumas vezes cansativa por estar rica em detalhes.
Rick Yancey consegue colocar um ponto final na história de maneira que consegue fechar todos os pontos já levantados anteriormente nos livros anteriores e neste, no qual muitos leitores aceitam como o fim da história do monstrologista e seu assistente, porém Yancey presenteou os leitores com um quatro livro que mostra o verdadeiro final, intitulado como A Descida Final.