A Morte é Minha Amante, Ruth Rendell
Dois homens, vizinhos, homônimos, um vilão, um herói, ambos têm compulsão por violência contra mulher. Gosto do papel que o acaso exerce aqui, principalmente na revelação final, não sobre a identidade do assassino, mas como se cumpre seu destino. O humor irônico é muito apreciado.

