Por dentro da cabeça dos homens -

    Luiz Cuschnir

    Planeta
    2013
    144 páginas
    4h 48m
    ISBN-13: 9788542201741
    Português Brasileiro

    O autor, psiquiatra e terapeuta especializado em relacionamentos, com anos de experiência em consultório. Depois de ouvir centenas de pacientes de ambos os sexos, decidiu oferecer às mulheres sugestões de como entender a forma como os homens pensam e agem, para que o relacionamento com eles seja o melhor possível. São abordados temas como:Deixar de lado os estereótipos (por exemplo: "Homens são todos iguais") e aprender regras de melhor convívio com os homens: não ser exageradamente feminista ou machista; falar menos e comunicar-se mais etc. Os vários tipos de homens (jovens, adultos, maduros, solteiros, noivos, casados, divorciados, viúvos, tímidos, extrovertidos, agressivos, amigáveis, filhos únicos, filhos de pais separados, filhos de casamentos estáveis, filhos órfãos de pai etc.);O que os homens querem das mulheres (que elas se cuidem, que saibam ouvi-los, que os tratem bem etc).

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    Monalisa Bettim22/01/2018Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Auto ajuda... Primeiro livro

    Para começar, eu estou superando um preconceito meu. Sempre achei os livros de auto ajuda uma grande bobagem, que no final não ajudava em nada apenas o autor que ganhava o dinheiro do livro. Fui ler o livro. Logo no inicio ele já fala sobre machismo e papeis de gênero. Me surpreendi, afinal achei que o autor iria tachar diversos tipos de homem. Ele especifica que são pessoas com desejos e anseios individuais e seria errado classificar tão simploriamente as pessoas. A grande duvida presente no titulo do livro é apenas um anseio feminino para ter suas necessidades atendidas prontamente. Eu concordo, as vezes é mais simples apenas querer algo sem observar os outros fatores. É uma atitude de uma pessoa mimada. Eu não me considero mimada, mas... diversas vezes eu me comporto assim... admito. Enfim me surpreendi como o Luiz não foi sexista como eu esperava. É melhor quebrar um pouco dos preconceitos e ser aberto a novas formas de leitura. Acredito que não estar aberta a essas experiencias, as quais vão contra o modo de pensar do leitor, seja uma forma de aprender a conviver com a diversidade e com opiniões contrarias.

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