Ele causou escândalo na pequena Fortaleza do final do século XIX, quando ousou "raptar" uma mulher casada e de "boa família". Oficial proscrito da Marinha, denunciou a hipocrisia das convenções sociais e da vidinha provinciana. É dele, por exemplo, o primeiro personagem homossexual da literatura brasileira. Adolfo Caminha era assim: um escritor com eletricidade nas veias.
