Amapacanto - Cantos do Amapá, Poesia Geral

    Álvaro da Cunha

    Imprensa Oficial do Amapá
    1989
    200 páginas
    6h 40m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Descrito como o atlas poético do Amapá, os versos de Álvaro da Cunha estão longe de serem um louvor telúrico naïve deste Estado. Ao contrário vivisseca-o, rasga suas entranhas, dilacera-o liricamente em seus aspectos etnogeográficos, históricos e espirituais, oferecendo ao leitor, um Amapá mítico em sua poiesis.

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    Amapá e Amazônia30/12/2015Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    "Dizia Alcy Araújo que o poema "Amapacanto" era o atlas poético do Território do Amapá. 'O Álvaro era usuário, amante e intérprete do verde incomum da Latitude Zero', dizia Alcy. 'Vejo no Álvaro, não só quando trabalha a questão da Mãe Luzia, que ele carrega inúmeras propostas desse vir a ser que seria o Amapá, a questão do minério, do manganês, a redenção do homem amazônico com uma proposta civilizatória diferente', diz o sociólogo e escritor Fernando Canto. A poesia de Álvaro interpretou a esperança que o povo tinha de ver o recém criado território transformado numa das regiões mais progressistas do norte. A chegada da Icomi, a exploração do minério de manganês são marcantes na literatura produzida por Álvaro. A inquietação e o receio do caboclo que ganhava a vida transportando gente e encomendas" nas pequenas canoas diante do trem da Icomi que para ele parecia uma ameaça, também são retratados na poesia de Álvaro." Alcinéa Cavalcante Veja mais informações em

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