Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores25
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Diabo Coxo - São Paulo (1864-1865)

    Luiz Gama, Angelo Agostini

    Editora da Universidade de São Paulo
    2005
    325 páginas
    10h 50m
    ISBN-10: 8531408717
    Português Brasileiro
    5
    1 avaliação
    Leram6Lendo0Querem19Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados19Avaliaram1

    Título esperto e maldoso... Vem da tradição, de séculos, de referir-se ao diabo como elemento infernizante, atitude pretensa da revista em seu espírito satírico... Esta sempre foi a intenção do humor político e social, da caricatura dos costumes, que se valia da relativa tolerância e da liberdade de expressão durante o período imperial brasileiro. "O Diabo Coxo de Agostini é um jornal domingueiro, pequeno (18 x 26 com), com 8 páginas apena, 4 ilustrações (caricaturas, retratos, cenas do dia-a-dia e eventos) e 4 textos (artigos, poesias, notícias, críticas, anedotas, adivinhas etc.), dos quais se ocupavam Luis Gama (1830-1886), o ardoroso abolicionista, e Sizenando Barreto Nabuco de Araújo (1842-1892), irmão de Joaquim Nabubo. Era impresso na Tipografia e Litografia Alemã, de Henrique Schröder. " ANGELO AGOSTINI, italiano radicado no Brasil, era o caricaturista. Os poemas vinham em meio aos textos e ilustrações, arbitrariamente. Todos maliciosos, alguns pícaros, e soam preconceituosos conforme os padrões atuais... em relação às mulheres, aos negros... embora o jornal fosse abolicionista e progressista!! Vale a penas conferir, e louvar a ideia desta edição fac similar dos exemplares (únicos!) que fazem parte do acervo da Biblioteca Municipal Mário de Andrade, se São Paulo, levando o precioso conteúdo ao público. Obra apresentada por Luiz Gonzaga Bertelli, Presidente da Academia Paulista de História, e prefaciada por Antonio Luiz Cagnin, da ECA/USP que oferece valiosas informações bibliográficas.

    Resenhas (1)Ver mais
    Wagner Paulin picture
    Wagner Paulin13/01/2019Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    RIDENDO CASTIGAT MORES...

    (...) Dai em diante o demônio foi tomado como agente moralizador, critico da sociedade e dos seus erros,realizando, sobretudo através da caricatura desenhada, o consagrado no provérbio latino ridendo castgat mores (...) * Le Diable Boiteux (Paris), El Diablo Suelto (Madrid) , Diabrete (Lisboa) , Mefistofeles (Rio de Janeiro), Fra Diavolo (Milão) in: GAMA, Luiz. O Diabo Coxo (fac-simile). São Paulo: USP, 2005. pg 14.

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    5 / 1
    • 5 estrelas100%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Luiz Gonzaga Pinto da Gama profile picture

    Luiz Gonzaga Pinto da Gama

    Luiz Gonzaga Pinto da Gama foi um rábula, orador, jornalista, escritor brasileiro e o Patrono da Abolição da Escravidão do Brasil. Nascido de mãe negra livre e pai branco, foi contudo feito escravo aos 10, e permaneceu analfabeto até os 17 anos de idade. Conquistou judicialmente a própria liberdade e passou a atuar na advocacia em prol dos cativos, sendo já aos 29 anos autor consagrado e considerado "o maior abolicionista do Brasil". Apesar de considerado um dos expoentes do romantismo, obras como a "Apresentação da Poesia Brasileira", de Manuel Bandeira, sequer mencionam seu nome. Teve uma vida tão ímpar que é difícil encontrar, entre seus biógrafos, algum que não se torne passional ao retratá-lo — sendo ele próprio também carregado de paixão, emotivo e ainda cativante. A despeito disto o historiador Boris Fausto declarou que era dono de uma "biografia de novela". Foi um dos raros intelectuais negros no Brasil escravocrata do século XIX, o único autodidata e o único a ter passado pela experiência do cativeiro; pautou sua vida na defesa da liberdade e da república, ativo opositor da monarquia, veio a morrer seis anos antes de ver seus sonhos concretizados.

    11 Livros
    13 Seguidores
    Bahia, Brasil

    Luiz Gonzaga Pinto da Gama