Mais uma série de contos, que como o próprio nome, causam certo desconforto e náusea ao leitor. Felipe Terra brinda mais uma vez seus leitores com contos sobre, crime, amor e morte. “Qual o seu nome?”; “Não tenho nome.” Respondeu cegamente. O cigarro no canto de sua boca sumia ao poucos. Ele achou estranho, pois qualquer pessoa devia ter um nome. “A vida nos causa tantas coisas que aos poucos vamos perdendo a identidade.”