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    Henrique Castriciano - Seleta textos e poesias - Volume 3

    Henrique Castriciano

    Art Print Editora Ltda
    2004
    136 páginas
    4h 32m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    5
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    José Geraldo de Albuquerque prestou valioso contributo às letras do Rio Grande do Norte, ao pesquisar e reunir textos, prosa e poesia, de Henrique Castriciano de Souza, a pedido da Professora Noilde Ramalho. Todo esse material, de grande significação literária, foi obtido em diversas fontes, as quais foram os meios de divulgação de criações do grande poeta e escritor norte-rio-grandense. São três livros publicados, volumes I, II e III sob o título "Henrique Castriciano - Seleta, Textos e Poesias", respectivamente, em 1993, 1994 e 2004. Ao todo, são 228 trabalhos, especialmente crônicas e poesias, que HC escreveu para jornais e revistas de Natal, de Pernambuco e do Rio de Janeiro, além de alguns discursos e conferências. Na antiga capital do país, onde o poeta viveu por vários anos, os escritos saíram em prestigiosos jornais da época, com destaque para "O País", "Brasil" e "A Notícia", e, no Rio Grande do Norte, a maioria ilustrou as páginas do jornal "A República". Fonte: Tribuna do Norte.

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    Henrique Castriciano de Souza profile picture

    Henrique Castriciano de Souza

    Foi secretário de governo e procurador geral do Estado. Eleito e reeleito seu Vice Governador e investido dessas funções, preside o Congresso Legislativo do Estado. Estimulou a criação dos Grupos de Escoteiros de Natal, sendo homenageado, em Fortaleza (CE), pela União dos Escoteiros do Brasil/UEB, com a entrega da medalha Cruz de São Jorge pela introdução do escotismo no RN e seus serviços prestados à educação. Foi redator do jornal "A República" durante mais de trinta anos e Secretário durante os governos de Alberto de Albuquerque Maranhão (onde cria a lei n.º 145 de 6 de agosto de 1900, que garantia a publicação de toda e qualquer obra de cunho literário ou científico de interesse reconhecido) e Augusto Tavares de Lyra, além de vice-governador de Joaquim Ferreira Chaves e Antônio José de Melo e Sousa. Em meados de 1909 viaja para a Europa, levando a idéia de colher informações para uma escola doméstica, destinada a valorizar o cotidiano familiar e fazê-lo no plano da integração social da mulher, elevando-a pela técnica e dignificando-a pela consciência de sua indispensabilidade produtora. Viajou através da Suíça, Itália, Portugal, Espanha, França, Grécia, Egito e Palestina. Em uma segunda viagem, em 27 de agosto de 1913, visitou a Bélgica e a Alemanha. Sua temporada nos sanatórios da Suíça e passagem na Bélgica foram à ressurreição para Henrique. Voltou remoçado, entusiasmado com o que vira no setor da educação popular. O resultado foi a criação de uma Liga de Ensino em 1911 e a fundação da Escola Doméstica em 1914. Fez-se professor emérito e foi fundador, ao lado de eminentes coestadanos, do complexo de ensino o qual engloba a Escola Doméstica de Natal, o Colégio Henrique Castriciano e hoje a Faculdade Natalense para o Desenvolvimento do RN – FARN. Abandonando a política, fixa-se no Rio de Janeiro, fazendo jornalismo e advocacia, Regressa ao Rio Grande do Norte em 1933, para dirigir a Secretaria do Tribunal Regional Eleitoral. Com a ditadura de Getúlio Vargas e extinta a justiça eleitoral, fica em disponibilidade. Volta ao Rio, sendo aproveitado no Tribunal de Contas. Aos 68 anos foi aposentado compulsoriamente, com ordenado de seiscentos cruzeiros mensais - muito pouco para a época. Solteirão inveterado, já velho, após longo sofrimento de mais de dois anos, internado em hospitais de Natal, praticamente sozinho, Henrique Castriciano morre no dia 26 de julho de 1947, na cidade de Natal. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Castriciano

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    Rio Grande do Norte, Brasil

    Henrique Castriciano de Souza