A tese e a antítese, que delas suporíamos resultar na síntese. Não neste livro. Não na Doutrina Católica. Não na ortodoxia duas vezes milenar (per secula saeculorum). Catolicismo e liberalismo nunca comungaram dos mesmos preceitos; nunca encontraram pontos de apoios similares. Mas, querem crer que sim, que há consonância e mesmo aceitabilidade. Esses são os ´´católicos-liberais``, que de católicos não têm nada... Oras bolas! Como se a Igreja tivesse o múnus de compactuar com seus mais ferrenhos inimigos, sob a aparência dum confuso e hiberbólico ´´ecumenismo``. Ela nunca transigiu e jamais transigirá com o maligno, com a cizânia; jamais aceitará o joio em seu meio, por mais que esteja assaltada, como se vê hodiernamente. É de se presumir, por isso mesmo, que esteja em vias da própria derrocada. Logo ela, que fora o baluarte moral, a fortaleza inexpugnável que salvaguardou a Civilização nos seus mais conturbados períodos. Logo ela que tem as chaves do Reino dos Céus.