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    Antilogia -

    Ruy Guilherme Paranatinga Barata

    RGB
    2000
    88 páginas
    2h 56m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.9
    6 avaliações
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    Favoritos2Desejados3Avaliaram6

    ANTILOGIA foi organizada e revisada por Ruy Barata entre janeiro e fevereiro de 1990, pouco antes da morte dele em abril daquele ano na cidade de São Paulo. Os originais permaneceram com a família do poeta durante dez anos. Uma cópia foi entregue ao professor e amigo Francisco Paulo do Nascimento Mendes, mestre de uma geração de intelectuais paraenses. A ele Ruy referiu-se como o amigo fiel no poema VINTE E SETE, QUASE VINTE E OITO, integrante de ANTILOGIA, e a quem dedicou o poema CARTA, publicado em A LINHA IMAGINÁRIA, de 1951, reproduzido nesta edição. Mendes, que morreu em maio de 1999, não chegou a concluir um estudo que realizava sobre a poesia de Ruy Barata. Em 2000 os direitos de ANTILOGIA foram cedidos à RGB Editora, que publicou, na íntegra, em parceria com a Secretaria Executiva de Cultura do Estado do pará; Faz parte ainda desta edição uma das correspondências enviadas pelo poeta Mário Faustino a Ruy Barata, no período de 1960 a 1963, onde comenta fragmentos do poema O NATIVO DE CÂNCER, que abre esta coletânea.

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    Ruy Guilherme Paranatinga Barata profile picture

    Ruy Guilherme Paranatinga Barata

    Ruy Paranatinga Barata nasceu em Santarém, em 25 de junho de 1920, e morreu em São Paulo, em 23 de abril de 1990, quando pesquisava sobre a passagem de Mário de Andrade pela Amazônia. Homem de múltiplas atividades (advogado, cartorário, jornalista, poeta, professor e político), Ruy Barata exerceu intensa atividade política, elegendo-se deputado estadual pelo Partido Social Progressista (1947-1954, em duas legislaturas). Como jornalista, até 1964 dirigiu o suplemento literário de 'A Província do Pará', além de ter sido titular da cadeira de Literatura Brasileira da Faculdade de Filosofia, Letras e Artes (mais tarde incorporada à Universidade Federal do Pará). Em 1964, com o golpe militar, foi preso, demitido do cartório e aposentado compulsoriamente do magistério superior. Saindo da prisão, passou a sobreviver como advogado. Com o advento da anistia, em 1979, voltou à atividade acadêmica, sendo readmitido na Universidade Federal do Pará. Publicou 'Anjo dos Abismos' e 'A Linha Imaginária' e 'Antilogia' (organizado e revisado por Ruy Barata em 1990, mas só publicado no ano de 2000). Com seu filho Paulo André Barata compôs em parceria um vasto número de canções que se tornaram referência em todo o Estado do Pará. Não se pode falar de música paraense sem que seu nome esteja presente.

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    1 Seguidor
    Pará, Brasil

    Ruy Guilherme Paranatinga Barata