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    Nova Reunião: 23 Livros de Poesia - Carlos Drummond de Andrade

    Carlos Drummond de Andrade

    BestBolso
    2013
    420 páginas
    14h 0m
    ISBN-13: 9788577991600
    Português Brasileiro
    5
    3 avaliações
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    Favoritos1Desejados10Avaliaram3

    "No Brasil, o poeta com quem sinto maiores afinidades é Carlos Drummond de Andrade." Manuel Bandeira Ponho-me a escrever teu nome cmo letras macarrão. No prato, a sopa esfria, cheia de escamas e debruçados na mesa todos contemplam esse romântico trabalho. (do poema "Sentimental" em "Alguma Poesia") Esta Nova reunião resgata a seleção de poemas que Carlos Drummond de Andrade publicou originalmente pela José Olympio em 1969. A obra foi posteriormente ampliada pelo autor e reeditada com 19 livros (1983). Agora temos 23 livros de poesia compilados em 3 volumes, um convite irrecusável para a leitura (ou releitura) da mais pura e luminosa poesia drummondiana: VOLUME 1, Oito livros de poesia: Alguma poesia - Brejo das almas - Sentimento do mundo - José - A rosa do povo - Novos poemas - Claro enigma - Fazendeiro do ar

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    Adamastor  picture
    Adamastor 17/11/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Vai Carlos, vai meu filho, vai

    Reunião Drummond Navegar no mar pra quem nem costuma voar... Talvez seja possível ler poesia e naufragar... ou sufragar? Tentei me acabrunhar em Alguma Poesia e, assim como a vaca vai, e como vai(!), pro brejo, adentrei dentro do Brejo das Almas. Será que são almas penadas, estariam nuas e peladas ou seriam armas e pauladas? Adentro do Sentimento do Mundo, fica quasi-óbvio que não chamo Raimundo, mas ainda deu pra encontrar: "(...) em cada praia 🌴 tereis dois, três, quatro, sete corpos de Adalgisa (...)". CQD: no Brejo das Almas, Adalgisa tem sete corpos. E a teoria d'Annie Besant foi reconhecida pelo gauche Carlos. Santo São Borja Getulino, Talvez beije no Leblon Ama as flores, as artérias e as debêntures De tão burro esplendor Fabrico um elefante 🐘 Ladrão se pega com tiro Seu tédio seu epicédio Certos livros 📚 nos possuem Sem mar nem derivativo É permitido sorrir 😀 NA Rosa 🌹 do Povo: 'Posso, sem armas, revoltar-me?' perguntou o poeta! Há esperança: 'Uma flor 🌼 nasceu na rua!' Porém: 'meu futuro, meu degredo; desta hora, sim, tenho medo.' 'mas tudo é caminho. pois a hora mais bela surge da mais triste.' 'rola, mundo, rola, mundo, desintegra-te, explode, acaba!' Chama o Manèzinho da Implosão! Foi-se o José e constata-se que: 'Lutar com palavras é a luta mais vã.' Seria um convite às armas? "Surgiram costumes loucos - Que século, meu Deus!" Sorte do poeta que deve estar em Passárgada em tênues tertúlias com bons amigos de antanho, pois certamente teria que deletar o verso do século, fazer citação em inglês, já que francês é língua morta, não mais adianta bater à porta - e repoetar: 'Que MUNDO, meu Deus!' "Que MUNDO, meu Deus!!" 'Onde estão nossos exércitos que não impediram o milagre?' Foi o Carlos ou o Jair que preguntô? 'Teus ombros suportam o mundo!' 'Cantaremos o medo dos ditadores, Depois morreremos de medo.' "Estúpido, ridículo e frágil ERA o meu coração" ❤️, mas agora o amigo do Zé Pedro reformou o bate-bate! Esse livro foi um presente de ternura A cada dia a sua paúra A sua loucura E uma boa dose de pinga pura E todo dia sua poesia Nossa poesia A poesia!

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    Carlos Drummond de Andrade profile picture

    Carlos Drummond de Andrade

    Nasceu em Minas Gerais, em uma cidade cuja memória viria a permear parte de sua obra, Itabira. Posteriormente, foi estudar em Belo Horizonte e Nova Friburgo com os Jesuítas no colégio Anchieta. Formado em farmácia, com Emílio Moura e outros companheiros, fundou <i>A Revista</i>, para divulgar o modernismo no Brasil. Durante a maior parte da vida foi funcionário público, embora tenha começado a escrever cedo e prosseguido até seu falecimento, que se deu em 1987 no Rio de Janeiro, doze dias após a morte de sua única filha, a escritora Maria Julieta Drummond de Andrade. Além de poesia, produziu livros infantis, contos e crônicas.

    198 Livros
    2.101 Seguidores
    Minas Gerais, Brasil

    Carlos Drummond de Andrade