Apesar de o enredo decair com o desenvolver do livro, os personagens conseguiram me cativar e a forma como a escritora criou a personalidade deles me agradou muito.
Audrey Miller é uma mulher forte que desde muito jovem teve que assumir a criação do seu irmão mais novo Toby. Filha de ricos e controladores, quando Toby revelou ser gay, os pais não aceitaram e o expulsaram de casa dando apenas uma condição para uma possível volta: Negar sua homossexualidade. Como não fizera o que a família impusera, Toby foi à procura da sua irmã e, por apoia-lo, Audrey acabou sendo desprezada também!
Sozinhos, Audrey tem que batalhar para conseguir manter os dois.
Os anos passam e ela começa a trabalhar na empresa do protagonista, Vicenzo Tomasi, e acaba descobrindo que o chefe precisa de uma esposa que esteja disposta a cuidar dos seus sobrinhos órfãos. Como o seu irmão foi aprovado no MIT e eles não possuem nenhuma condição para pagar os custos de moradia, Audrey procura seus pais novamente e, claro, é rejeitada. Não vendo outra saída, ela acaba se oferecendo para ser a esposa de Vicenzo e mãe dos seus sobrinhos.
O que ela não esperava é que Vicenzo impusesse relações sexuais nesse casamento por acordo!
Como disse antes, a história começa interessante e vai caindo na monotonia aos poucos, fazendo-o ficar regular em algumas partes, mas gostei de ver o relacionamento do casal se desenvolvendo e o final foi satisfatório. Outra coisa que me chamou a atenção no livro, foram as cenas descritas sensuais pela autora, que em muitos momentos, me lembraram as de um livro erótico.
Enfim, recomendo, mas não vá com muita sede ao pote!
3/5 Bom