O Ângelo não é diferente dos outros iniciáticos viajores do parnaso. Ele também peca pelo excessivo sentimento agreste com que se dosimetra sua poesia essencialmente saudosista, ainda que contemporânea. Versejar, na ótica do autor, que medeia o seu tempo entre o vate e os estudos da medicina; não mais é do que a transposição segura ao presente, de um passado que se vai. Mas que se volta repleto de imagens multicores e seletivas, agora em vôos rasantes pelas asas da saudade.
Meu canto -
Ângelo Sena
EDUFPI
2007
123 páginas
4h 6m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
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