"Haram suspirou. Demorou algum tempo para que ele quebrasse o silêncio que se instalara entre os dois. – Um dia vou partir velho. Não sei quando. Não sei para onde, mas vou partir. Vou atrás... A voz de Haram extinguiu-se. Não sabia o que dizer. O velho sorriu, compreensivo. – Não sabe quando, não sabe para onde, não sabe porquê. Mas sabe que tem que partir atrás de alguma coisa. É isso, Haram?"