Meditations - with selected correspondence

    Marcus Aurelius

    Oxford University Press Inc.
    2011
    208 páginas
    6h 56m
    ISBN-13: 9790199573202

    The Meditations of Marcus Aurelius is one of the best-known and most popular works of ancient philosophy, offering spiritual reflections on how best to understand the universe and one's place within it. In short, highly charged comments, Marcus draws on Stoic philosophy to confront challenges that he felt acutely, but which are also shared by all human beings--facing the constant presence of death, making sense of one's social role, grasping the moral significance of the universe. They bring us closer to the personality of the emperor, who is often disillusioned with his own status and with human activities in general; they are both an historical document and a remarkable spiritual diary. This translation by Robin Hard brings out the eloquence and universality of Marcus' thoughts. The introduction and notes by Christopher Gill take account of the most recent work on Marcus and place the Meditations firmly in the ancient philosophical context. A newly translated selection of Marcus' correspondence with his tutor Fronto broadens the picture of the emperor as a person and thinker.

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    John Schkoppe20/09/2011Resenhou um livro
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    Meditações findadas

    Então eu terminei as "Meditações" de Marco Aurélio traduzidas por Hutcheson e Moor... Devo confessar que sinto-me um tanto "orfão", em face de um livro tão bonito que apelou tanto a minha alma, e que me "curou" diversas vezes quando a realidade crua da humanidade e dos vícios a brutalizara. Os suaves tons de melancolia solitária desse livro emocionaram-me um tanto também, a solitude de um homem que acha-se só nos promontórios das mais puras virtudes, não, ele não tem um amigo com quem conversar, está completamente só nas altitudes de sua excelência pessoal, Marco Aurélio era um homem sozinho, o título original das "Meditações" prontamente denunciam isso, Τὰ εἰς ἑαυτόν, Ta eis heauton, literalmente "pensamentos/escritos para mim mesmo"... Nós apenas reconhecemos a grandeza de Antonino (nome pelo qual Marco Aurélio era conhecido antigamente) e todas suas virtudes e toda a bondade que o ser humano é capaz, quando justapomo-lo a seu sucessor imediato e filho, Commodus, viciado, incestuoso, sodomita, sanguinário, o que há de animalesco no homem consubstanciava-se em si... As palavras de Marco Aurélio permanecem uma lufada de ar fresco em nossas vidas de ilusão, batidas pelas paixões, medos, desejos, prazeres... Na fonte da sabedoria de Marco Aurélio alguém pode aliviar sua sede por conhecimento e filosofias verdadeiras, vindas do próprio coração, puras e sacras, na lógica estóica de Antonino alguém pode finalmente, buscar uma conduta, sóbria, benevolente, pacifica mas não menos viril, constante... e viver nobre e honestamente este curto espaço de tempo que nos é outorgado a passar nesta terra, e morrer sem arrependimento. Morrer alguém em paz com sua consciência, cumprido seu dever moral, sabendo que se não foi um deus, certamente jamais foi menos que um homem racional... sentirei falta deste livro, ou melhor, reler-lo-ei sempre e sempre.

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