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    286 jours -

    Frédéric Boilet

    Les Impressions Nouvelles
    2014
    545 páginas
    18h 10m
    ISBN-1: 0
    4
    2 avaliações
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    Resenhas (1)Ver mais
    Catarina Rosa Xavier picture
    Catarina Rosa Xavier04/04/2014Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Goethe uma vez disse que a beleza ideal estava na simplicidade calma e serena.

    E é dessa forma que eu poderia tratar esse livro que me emocionou com muitas imagens e poucas palavras. Poucas palavras mas lindas palavras. Desde uma conversa entre o Frédéric e a Laia pelo facebook, até citações de grandes nomes. E fotografias. Sempre simples, belas, reais. Um livro que se você teve o prazer de nascer azaradamente sortudo como eu, vai se identificar vez ou outra e não vai querer que acabe nunca. Mas tudo nessa vida acaba e o que você carrega consigo é o que importa.

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    Frédéric Boilet profile picture

    Frédéric Boilet

    Em 1978, Frédéric Boilet entrou na escola de Belas Artes de Nancy de onde sairá em 1983. Neste mesmo ano, dá-se sua estréia nos quadrinhos com seu primeiro álbum "La Nuit dês Archées", com Guy Deffeyes. Ele publicará em seguida dois álbuns de quadrinhos históricos ("Les Veines de l’Occident" --- As veias do Ocidente ---, com René Durant) pela editora Glénat. Cria em 1987, "Le Rayon vert" (O raio verde), seu primeiro álbum na qualidade de roteirista e desenhista, muito prestigiado pela crítica, mas ao qual o público terá dificilmente acesso, pois a editora original faliu. Pouco depois, em 1990, lançou "36 15 Alexia", um álbum que evoca de maneira interessante o tema dos encontros através de minitel (um serviço parecido com a internet). Nessas duas obras ele experimentou um método de trabalho, que ainda hoje é unicamente seu, no qual ele utiliza como recursos fotografias e vídeos. No mesmo ano, graças à empresa Shoei e ao Centre National dês Lettres (Centro Nacional de Letras), que lhe concedem uma bolsa de estudos, Frédéric Boilet parte para o Japão. Dessa viagem, nascerá, em 1993, "Love Hotel" (Hotel Amor) que conta a odisséia tragicômica de um francês no Japão. O roteiro foi escrito em parceria com Benoît Peeters. Seu encontro com Benoît em 1990, transformou o trabalho de Frédéric em histórias semi-autobiográficas com algumas doses de humor. No ano seguinte, como bolsista do instituto de arte Villa Kujoyama de Kyôto, sendo o primeiro autor de histórias em quadrinhos dela, Boilet inicia "Tôkyô est mon jardin" (Tóquio é meu jardim), uma seqüência de "Love Hotel". Aqui a visão do autor, assim como a de seus personagens mudou: menos perdido, ele se acostuma às --- relativas --- peculiaridades do Japão. Em 1995, ele funda L'Atelier des Vosges (na Praça de Vosges em [Paris]), com seus amigos. Nessa época, publica o curioso álbum "Demi-tour", com o roteiro feito em parceria com Benoît Peeters. Em 1997, ele retorna ao Japão com a intenção de se estabelecer. Lá, ele publica uma adaptação japonesa de "Tokyo est mon jardin", assim como obras destinadas unicamente ao público japonês como a narração "Une Belle manga d'amour" (Uma belo mangá de amor) ou a série de textos ilustrados "Prisonnier des Japonaises" (Prisioneiro das japonesas). A tiragem de suas obras torna-se freqüentemente extraordinária e Boilet obtém grande notoriedade. A distância, ele participará da revista de crítica e teoria das histórias em quadrinhos "L'Indispensable" (O indispensável). Ao lado de sua carreira de autor, Boilet assume de boa vontade o papel de "transmissor cultural", estimulando as editoras japonesas e francesas a cooperarem em diversos projetos. Levando essa idéia ao limite, em 2001, na ocasião do lançamento simultâneo na França e no Japão de "O Espinafre de Yukiko", ele lança o movimento cultural "La Nouvelle Manga" cujo título, faz referência direta ao Nouvelle Vague e que procura combinar mangás adultos que tratam do cotidiano com o estilo artístico dos quadrinhos franco-belgas. Logo em seguida, dirige uma coleção ("Sakka") para a Casterman, uma editora belga.

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    11 Seguidores
    Vosges, França

    Frédéric Boilet