Em defesa de uma certa anormalidade - Teoria e clínica psicanalítica

    Joyce Mcdougall

    Metrópole
    1983
    0 páginas
    0m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    Resenhas (1)Ver mais
    Bruna Moraes picture
    Bruna Moraes01/06/2014Resenhou um livro
    0

    A normalidade não pode ser um conceito psicanalítico, já que é so um ideal imaginado. O normal é uma característica ambivalente, bom e ruim ao mesmo tempo (queremos ser originais mas não queremos ser repudiados). O primeiro esboço do que é normal vem da família, com um intuito narcisísta a criança vai continuar a ser “normal” e seguir seus padrões para ser amada, ou vai escolher transgredir as leis familiares para dar conta dos seus próprios desejos (desejo ICS x ideal de ego). Esta norma vinda da família, pré-existe a criança, regula suas relações intra-subjetivas e interpessoais. O ambiente exerce efeito normalizante, para poder estar em sociedade. -A normalidade sintoma – Seria como uma fratura psiquica escondida sob uma aparência assintomática. O indivíduo nunca se questiona, tampa seus problemas, a via ICS-CS não flui, nada se cria. O analista é visto por este super normal como uma ameaça, por que vai fazer ele entrar em contato com suas questões. O analista deve questionar a sua própria normalidade primeiro. - Anormal para a psicanálise – quem não cria nada, criar é saudável. - Normal na psicanálise – Não existe. - Norma para psicanálise – Definida em função da estrutura edipiana (e não o édipo), que regula relação intra-subjetivas e interpessoais. Quem passa pelo Édipo e resolve, é normal. A análise não é em função do problema, é em função do sofrimento, do questionamento.

    curtir

    Estatísticas

    Avaliações

    3 / 1
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas100%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%