No ofício da crônica, o jornalista busca incessantemente a meneira mais deleitosa de dizer sentimentos, prover ideias ou não mais que relatar fatos com galhardia e, às vezesm algum frenesi telúrico. No frêmito nostálgico das raízes antropomórficas - expressão do pathos emocional subjacente a qualquer processo criativo -, o artista promove a dramática experiência da sua obra na mais tensa, singular e trágica intimidade da sua solidão.