The Diary of a Young Girl: The Definitive Edition -

    Anne Frank

    Bantam Books
    1997
    336 páginas
    11h 12m
    ISBN-13: 9780553577129

    Edited by Otto H. Frank and Mirjam Pressler. Anne Frank's The Diary of a Young Girl is among the most enduring documents of the twentieth century. Since its publication in 1947, it has been read by tens of millions of people all over the world. It remains a beloved and deeply admired testament to the indestructible nature of the human spirit. Restored in this Definitive Edition are diary entries that were omitted from the original edition. These passages, which constitute 30 percent more material, reinforce the fact that Anne was first and foremost a teenage girl, not a remote and flawless symbol. She fretted about and tried to cope with her own sexuality. Like many young girls, she often found herself in disagreements with her mother. And like any teenager, she veered between the carefree nature of a child and the full-fledged sorrow of an adult. Anne emerges more human, more vulnerable and more vital than ever. Anne Frank and her family, fleeing the horrors of Nazi occupation, hid in the back of an Amsterdam warehouse for two years. She was thirteen when she went into the Secret Annex with her family.

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    Denise da Silva Costa27/06/2024Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Tudo o que poderia ter sido...

    Durante a leitura eu me tive que ir me lembrando que o que eu estava lendo era realmente um diário de uma garota escrito a 80 anos atrás, primeiro pela qualidade da escrita, mesmo sabendo que foi editado e revisão é inegável a habilidade escrita de Anne. Segundo por ser extremamente doloroso perceber que tudo aquilo aconteceu com as 8 pessoas escondidas no Anexo e com milhares de outras que tentaram fugir e se esconder e acabaram morrendo. Anne mesclou em seu diário seu ponto de vista sobre os eventos históricos, a condições de vida no Anexo e especialmente seus sentimentos, emoções e esperanças. Consegui sentir todo o sofrimento por ter sua liberdade e direitos revogados, sua vontade de ter amigos, de poder sair do esconderijo, de ter as experiências normais que jovens de 14 anos querem viver. Tudo isso só me fez pensar no que poderia ter sido, na vida que Anne poderia ter tido, como escritora e jornalista, como uma mulher a frente do seu tempo que desejava fazer a diferença no mundo, infelizmente tudo isso foi tirado dela pela ganância e intolerância que movem as guerras. Relatos como os dela servem para nós lembrarmos de todo o sofrimento de crianças que perdem preciosos anos e até mesmo a própria vida para guerras sem sentido.

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