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    Cinema em Choque - Diálogos e Rupturas

    Carlos Gerbase

    Sulina
    2013
    238 páginas
    7h 56m
    ISBN-13: 9788520506943
    Português Brasileiro
    3.4
    4 avaliações
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    Não existem linguagens “puras”. No instante em que elas se concretizam para a elaboração de processos artísticos ou de comunicação, são sempre mestiças. Ainda bem. O cinema, que já nasceu como uma linguagem de linguagens, não foge à regra. Este livro é uma reflexão sobre o que acontece quando o cinema, este poderoso e jovem mestiço, entra em contato com outras linguagens, às vezes muito mais antigas, como o teatro, outras vezes até mais recentes, como a videoarte. Nem sempre a aproximação acontece de forma tranquila e colaborativa. Às vezes, os conflitos são inevitáveis, e os choques podem provocar intensas discussões. Contudo, é na mistura sígnica de diferentes áreas que surgem as obras mais originais e relevantes para a sociedade. Este conjunto de ensaios, escritos por professores e profissionais de Comunicação, dará ao seu leitor um rico panorama do universo audiovisual contemporâneo, analisando os seus diálogos com universos paralelos e mostrando as rupturas e os buracos negros que também podem surgir, consequência dos inevitáveis atritos linguísticos. O resultado é leitura obrigatória não somente para quem circula no meio acadêmico, mas também para qualquer usuário e consumidor de linguagens, ou seja, a totalidade dos seres humanos.

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    Carlos Gerbase profile picture

    Carlos Gerbase

    Carlos Gerbase (Porto Alegre, 1 de fevereiro de 1959) é um cineasta brasileiro. Integrante por 24 anos da Casa de Cinema de Porto Alegre, deixa a produtora em 2011, juntamente com Luciana Tomasi, para criar a Prana Filmes.[1] É também professor de cinema na PUCRS e escritor. Na área da música, foi um dos membros fundadores (1984) da banda Replicantes, a princípio como baterista. Com a saída de Wander Wildner da banda (1989) assumiu os vocais, entregando novamente o posto a Wander em 2002. Em 2013, lançou o CD Destrua você mesmo, em que interpreta clássicos dos Replicantes em novas versões de músicos gaúchos. Como jornalista, atuou como repórter e sub-editor do jornal Folha da Tarde (Cia. Jornalística Caldas Jr), entre 1980 e 1981. Colaborou com o jornal Tchê (1980-1983) e com a revista Wonderfull (1988-1990). Colaborou com os sites ZAZ (roteirista, 1996-1997) e Terra (crítico de cinema, 2000-2001). Colabora com uma coluna quinzenal sobre cultura no jornal Zero Hora (2013-hoje). É filho do médico e ex-presidente do Grêmio, José Gerbase. Recebeu dois prêmios Kikito no 45 Festival de Gramado em 2017 pelo filme Bio, um deles como melhor longa segundo o público e outro pela direção de atores

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    3 Seguidores
    Rio Grande do Sul, Brasil

    Carlos Gerbase