Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas3
    • Leitores90
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    A prisioneira - Em busca do tempo perdido - Vol. 5

    Marcel Proust

    Globo
    2011
    532 páginas
    17h 44m
    ISBN-13: 9788525042293
    Português Brasileiro
    4.6
    8 avaliações
    Leram20Lendo0Querem69Relendo0Abandonos1Resenhas3
    Favoritos0Desejados69Avaliaram8

    Sinopse Marcel Proust, um dos maiores nomes da literatura mundial, morreu antes de ver completamente publicada sua maior obra, Em busca do tempo perdido, uma história composta por sete volumes, cujos três últimos foram lançados postumamente. A prisioneira, quinto livro da coleção, foi um dos títulos publicados segundo a edição do irmão de Marcel, Robert. Na versão original, nem todos os textos do escritor que compunham o volume foram contemplados, trechos que entraram apenas nas edições mais recentes desua obra. Relançado no Brasil, A Prisioneira mantém a tradução original feita pelo poeta Manuel Bandeira, junto com Lourdes Sousa de Alencar, para a antiga Globo de Porto Alegre. A revisão dos textos e sua atualização, bem como seu posfácio, ficoua cargo da professora Olgária Matos. O prefácio, as notas e o resumo são assinados pelo professor Guilherme Ignácio da Silva, especialista em Proust. Neste quinto volume, estão em foco o relacionamento do herói com Albertine, sua amante. Se antesa trajetória do narrador se dava nos aristocráticos salões do Fauburg Saint-Germain, esta história encerra seu foco na vida em comum dos amantes em seu apartamento localizado em Paris. O amor e o ciúme se mesclam ao longo da narrativa de uma relaçãomarcada por possessividades e inseguranças, dos quais ambos os personagens tornam-se prisioneiros. Proust é uma das estrelas mais brilhantes de uma constelação em que lhe fazem companhia Flaubert, Joyce e Kafka. Foi quem expandiu até o limite as possibilidades prismáticas do parágrafo, ao mesmo tempo em que criava um poderoso instrumento de investigação psicológica, só comparável ao fluxo de consciência de Joyce e às pesquisas de Freud.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (3)Ver mais
    Heber da Silva Moreira picture
    Heber da Silva Moreira16/07/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Ciúmes, mentiras e desejo de liberdade - os demônios do Narrador presentes em todos nós

    O ciúme, presente desde o primeiro volume, é um dos demônios (se não o maior) do narrador-protagonista, junto com suas obsessões pelas mentiras, principalmente relacionadas a Albertine, que ao mesmo tempo em que se torna uma prisioneira na visão do narrador (apesar dela nunca reclamar da sua "prisão", muito pelo contrário), impede o mesmo de ter mais liberdade (como ir pra Veneza, que ele cita em vários momentos, ou mesmo poder conhecer novas mulheres). Juntando-se a esses "demônios" a possessividade do Narrador leva o mesmo a querer se desfazer de Albertine, e quando ela finalmente resolve lhe conceder isso, ele termina o livro dizendo : "Então (...) faltou-me a respiração, apertei o coração com as duas mãos subitamente umedecidas por um certo suor que jamais conhecera depois da revelação que minha amiga me fizera no trenzinho(...)". Eu não dei 5 estrelas nesse livro por causa do excesso de reflexões (muitas vezes incompreensíveis pra mim) do narrador que fizeram a leitura ser extremamente cansativa em várias partes do livro, mas o livro ainda vale muito a pena ser lido pelo genialidade de Proust em vários momentos, como acontece nas frases abaixo e quando o narrador fala sobre ler uma obra-prima: "(...)é com prazer que encontramos nela todas aquelas nossas reflexões que tínhamos desprezado, alegrias, tristezas que havíamos reprimido, todo um mundo de sentimentos desdenhados por nós e cujo valor o livro onde o reconhecemos nos assinala subitamente.". "A humanidade é muito velha. A hereditariedade, os cruzamentos deram uma força imutável a maus hábitos, a reflexos viciosos." "A natureza parece quase incapaz de produzir doenças que não sejam curtas. Mas a medicina encarrega-se da arte de prolongá-las." "(...)a insensibilidade ou a imoralidade confessada simplifica a vida tanto quanto a moral fácil; ela faz das ações censuráveis, e para as quais já não há então necessidade de procurar desculpas, um dever de sinceridade."

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    4.6 / 8
    • 5 estrelas50%
    • 4 estrelas50%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Valentin Louis Georges Eugène Marcel Proust profile picture

    Valentin Louis Georges Eugène Marcel Proust

    Escritor francês cuja obra <i>Em Busca do Tempo Perdido</i> (1914-1927), composta de sete livros, é considerada um dos melhores romances do século XX. Nascido em Paris, asmático e de família rica, é cercado de cuidados durante a infância. Aos 35 anos sua asma se agrava e o torna um inválido crônico. Passa o resto da vida quase sem sair de casa, trabalhando em sua grande obra. Sua produção literária se inspira nos costumes da alta burguesia parisiense e abre novos caminhos no campo da narrativa, ao adotar um estilo não-linear de expressão da simultaneidade dos acontecimentos. Sua ficção foi conhecida por transformar textos confessionais em romance, através da introdução da ideia da lembrança involuntária. Para Proust, as sensações são indestrutíveis e o passado pode ser reconquistado por força de uma iluminação produzida pelo acaso. Ao artista cabe recuperar o material fornecido por essas iluminações. Proust foi vencedor do prestigioso Prêmio Goncourt na França. A influência de sua obra sobre escritores como Virginia Woolf, Graham Greene e Vladimir Nabokov atesta a consagração internacional que ocorreu após sua morte.

    103 Livros
    376 Seguidores

    Valentin Louis Georges Eugène Marcel Proust