"De repente escutou os gritos do Mané e do Junim; quase imediatamente percebeu que a correnteza o pegara, o puxava com força de gigante, num torvelinho, e ele perdia pé, a engolir água, querendo nadar para trás, voltar, uma sensação tão feia, como se a vida estivesse fugindo, fugindo... Mané e Junim chegaram sem fôlego: - Dona Lázara! Dona Lázara! O rio puxou o Vadinho... Ele nem gritou... Sumiu... Sumiu, dona Lázara!"

