Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores6
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    La Faute de l'abbé Mouret (Les Rougon-Macquart #5) -

    Émile Zola

    Gallimard
    2006
    512 páginas
    17h 4m
    ISBN-13: 9782070338290
    3.5
    2 avaliações
    Leram3Lendo1Querem2Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados2Avaliaram2

    «Ce fut ainsi qu'Albine et Serge marchèrent dans le soleil, pour la première fois. Le couple laissait une bonne odeur derrière lui. Il donnait un frisson au sentier, tandis que le soleil déroulait un tapis d'or sous ses pas. Il avançait, pareil à un ravissement, entre les grands buissons fleuris, si désirable, que les allées écartées, au loin, l'appelaient, le saluaient d'un murmure d'admiration, comme les foules saluent les rois longtemps attendus. Ce n'était qu'un être, souverainement beau. La peau blanche d'Albine n'était que la blancheur de la peau brune de Serge. Ils passaient lentement, vêtus de soleil ; ils étaient le soleil lui-même. Les fleurs, penchées, les adoraient.»

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Gláucia Renata Beretta picture
    Gláucia Renata Beretta01/05/2017Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    O Pecado do Padre Mouret - Émile Zola

    Publicado em 1875 é o quinto volume da saga dos Rougon-Macquart e traz como protagonista Sérgio Mouret, irmão de Otávio Mouret protagonista de O Paraíso das Damas. Sérgio tem 26 e é um jovem padre de uma pequena cidade provinciana. Com os pés totalmente fora do mundo real, vive uma espécie de êxtase religioso com sonhos delirantes que o acabam dominando e enfraquecendo sua mente até que ele sucumbe a uma doença que drena sua força física. Seu tio, o médico dr. Pascal prescreve que ele fique fora do ambiente paroquial, que o teria levado a esse periclitante estado mental e o deixa sob os cuidados da linda e selvagem Albina, menina de 16 anos. A partir daí já podemos imaginar o rumo dos acontecimentos. Dos livros do autor, esse foi o que mais curiosidade me despertou pois era citado como referência ao livro O Crime do Padre Amaro, Eça de Queiróz tendo sido acusado de plágio. Uma tremenda bobagem, primeiro pelo fato do tema ser mega batido. Tirando o plot "padre se apaixona e luta contra a tentação carnal" não há nenhuma semelhança entre os dois livros, sendo, na minha opinião o livro português muito superior: sarcasmo, crítica feroz à hipocrisia, personagens marcantes e inesquecíveis, etc, vou parar por aqui pois o livro do Eça não é o centro aqui. Dos que li até agora da saga, esse foi o que menos gostei. O livro é 30% acontecimentos e 70% descrições. Muita belas sim, a natureza exuberante floresce na sua mente a cada palavra, mas acabei me cansando de tanto retrato de flores, animais, insetos, plantas, árvores, ruídos, cores, etc. É realmente um desbunde mas foi um tanto demais. Há muita simbologia nesse paraíso de flores.

    4 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.5 / 2
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas50%
    • 3 estrelas50%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola profile picture

    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

    99 Livros
    156 Seguidores

    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola