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    Pot-Bouille (Les Rougon-Macquart #10) -

    Émile Zola

    Gallimard
    1982
    480 páginas
    16h 0m
    ISBN-13: 9782070374083
    3.5
    2 avaliações
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    L'histoire d'un immeuble dans le Paris embelli, policé, moralisé, rentabilisé par la révolution haussmannienne. Le propriétaire, les locataires, le terrible concierge, des employés «résignés comme des chevaux de manège», un architecte qui trompe sa femme, deux ou trois femmes hystériques, des gamines vicieuses, des «troupeaux de demoiselles à marier», des thés musicaux : pas de drame mais la ménagerie sociale d'une époque au grand complet, «la pourriture d'une maison bourgeoise, des caves au grenier». Et, derrière le décor «Beaux-Arts» de la façade, le trou infect de la cour où la «rancune de la domesticité» vomit «les ordures cachées des familles». «Toutes les baraques se ressemblent, conclut l'une des bonnes. C'est cochon et compagnie.»

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    Aécio de Paula picture
    Aécio de Paula12/03/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Roupa Suja - Émile Zola

    Zola crítica os burgueses imperialistas, nesse livro. O escritor era da esquerda politica, portanto, inimigo do capitalismo. Mas a velha esquerda que Zola era partidário é bem diferente da nova esquerda de hoje. Os burgueses de hoje, incluindo artistas e a grande mídia, são da esquerda. Nesse livro, Octávio Mouret vai morar em Paris, em um prédio de burgueses com seus vicios, suas traições e fuxicos, toda uma lama de falsos moralistas. É o 10° livro da série Rougon Macquart. Mas pode ser lido de forma indenpendente.

    10 curtidas

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    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola profile picture

    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

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