Criada em 2008, desde então a revista História da Historiografia tem buscado afirmar-se como testemunha e protagonista da expansão de um domínio de pesquisa que se manifesta pelo aumento de publicações dentro e fora do país e da realização de eventos dedicados a pensar as práticas historiográficas e seus percursos ontem e hoje. E agora chegamos ao número 7! Continuamos o trabalho iniciado por nossos antecessores, Pedro Caldas (UNIRIO), Sergio da Mata (UFOP) e Valdei Lopes de Araujo (UFOP), procurando ampliar o alcance da revista e investindo na diversificação do corpo de pareceristas ad hoc, dos autores e organizadores dos dossiês, assim como do Conselho Consultivo. Também buscamos novos meios de comunicação e divulgação, como a rede social http:// www.facebook.com/HHistoriografia, uma forma importante de contato com (potenciais) autores e leitores do periódico. Reafirmamos o compromisso com um novo modelo de periódico: o multi- -institucional. Hoje a revista conta com o apoio da Sociedade Brasileira de Teoria e História da Historiografia (SBTHH - http://www.sbthh.ufop.br); de quatro programas de pós-graduação (UFOP, UNIRIO, UFRGS, UFRRJ); e de uma agência governamental de fomento (FAPEMIG), além da colaboração de pesquisadores brasileiros de todas as regiões do território nacional. Atualmente fazem parte dos Conselhos Executivo, Editorial e Consultivo do periódico quarenta pesquisadores, lotados em vinte e sete instituições de ensino e pesquisa brasileiras e estrangeiras. História da Historiografia também recebe apoio de um vasto grupo de pareceristas, vinculados a diversas instituições do Brasil e do exterior, que garantem um processo sólido de avaliação cega dos textos e contribuem para a qualidade final da publicação. E são quase 62 mil acessos à revista desde a implementação da atual plataforma (OJS), em junho de 2009! Pode-se afirmar que a iniciativa, embora recente, é bem sucedida, e que História da Historiografia é, hoje, um dos mais significativos loci editoriais da discussão teórico-historiográfica no cenário brasileiro, devendo-se destacar seu potencial de internacionalização, visto que sua especialidade ultrapassa questões locais, regionais ou nacionais. Recentemente, adotamos a chamada aberta para dossiês, organizados por pesquisadores convidados de distintas instituições. Esperamos que essa iniciativa fortaleça os vínculos do periódico com a comunidade acadêmica e democratize o acesso a um espaço importante de divulgação concentrada das pesquisas, que é o dossiê temático. Além disso, afirmamos o compromisso de realizar constante auto-avaliação, de modo a melhorar a interface da revista, facilitando acessos e submissões. Também nos empenhamos no detalhamento das normas editoriais, de modo a atingir o padrão internacional das publicações no gênero. Por isso as novas instruções sobre elaboração de resenhas e resumos. Por fim, convidamos os leitores a conhecer o novo número e aguardamos críticas e sugestões. Boa leitura!
