Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores5
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    História da Historiografia - Sociedade Brasileira de Teoria e História da Historiografia

    Francisco de Assis Brasil

    Edufop
    2012
    271 páginas
    9h 2m
    ISBN-8: 19839928
    Português Brasileiro
    0
    0 avaliação
    Leram4Lendo0Querem1Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados1Avaliaram0

    Esta oitava edição de História da Historiografia marca o início de um novo regime de periodicidade na publicação do periódico. Em vez dos dois números anuais que vínhamos publicando desde 2008, passaremos a publicar de agora em diante três números por ano. Por detrás dessa alteração encontra-se menos a intenção de ampliar substancialmente o número de textos publicados que a de melhorar a gestão do processo editorial e reduzir o tempo de espera para a publicação. Na presente edição, História da Historiografia publica 8 artigos acerca dos mais variados temas historiográficos. O artigo de Fátima Fernandes (UFPR) abre o volume com uma reflexão metodológica acerca do emprego da prosopografia ao estudo de fontes medievais. Em seguida, Alécio Fernandes (UnB) analisa criticamente a literatura sobre o Santo Ofício português, abrindo uma promissora polêmica contra interpretações consolidadas do tema. Michel Kobelinski (UNESPAR) trata das representações dos sertanistas paulistas por textos historiográficos da segunda metade do século XVIII. João de Azevedo e Dias Duarte (PUC-Rio) discute a teoria da modernidade presente na obra de Reinhart Koselleck, enfatizando tanto a análise, proposta por este autor, da constituição da moderna noção de tempo histórico, bem como a sua crítica à instrumentalização política das filosofias da história. O trabalho seguinte, de autoria de Flávia Varella (UFRGS), examina a dimensão retórica da História do Brasil de John Armitage, à luz da hipótese de que tal texto pode ser entendido como expressão de uma “historiografia de presença”. A partir da mesma senda teórica, Eduardo Wright Cardoso (UFOP) investiga, na historiografia oitocentista brasileira, enunciados descritivos da paisagem nacional, elaborando o argumento de que estes devem ser entendidos como “efeitos de presença”, no sentido teorizado por Hans-Ulrich Gumbrecht. Carolina Vianna Dantas (UERJ-FFP) debruça-se sobre dois importantes periódicos culturais cariocas da primeira década do século XX, analisando diversos registros historiográficos direcionados ao estabelecimento de uma interpretação republicana da história nacional brasileira. Por fim, o texto de Francisco das Chagas Santiago Jr. (UFRN) discute teoricamente a interface entre historiografia e cinema, examinando paralelamente a incorporação do cinema como objeto de estudo pelas historiografias francesa e brasileira. O volume contém ainda 9 resenhas de livros historiográficos recentemente disponibilizados ao mercado brasileiro, bem como uma entrevista com o filósofo e historiador das ciências francês François Delaporte. Registre-se que a equipe editorial recebeu com grande satisfação a recente notícia da “promoção” do periódico à classificação Qualis B1 da Capes. Por esta ocasião, gostaríamos de reiterar o agradecimento aos nossos colaboradores (conselheiros editoriais, membros do conselho consultivo, pareceristas ad-hoc e autores) pela dedicação empenhada ao nosso projeto editorial coletivo, estendendo-o também aos nossos muitos e frequentes leitores. Queremos que a História da Historiografia continue a funcionar como um dos grandes fóruns da discussão historiográfica no Brasil. Pretendemos

    Estatísticas

    Avaliações

    0 / 0
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Francisco de Assis Almeida Brasil profile picture

    Francisco de Assis Almeida Brasil

    Francisco de Assis Almeida Brasil Nasceu em Parnaíba, PI, em 18/02/1932. Jornalista, crítico literário, romancista e contista. Teve seu primeiro texto publicado aos 15 anos: um apólogo intitulado O poste e a palmeira, inspirado num apólogo de Machado de Assis e publicado na Gazeta de Notícias, de Fortaleza, CE, em 1948, e o primeiro romance – Verdes mares bravios – em 1953. O livro foi reeditado pela editora Melhoramentos, em 1986 com o título Aventura no mar, e indicado para o publico infanto-juvenil. Tem mais de 100 livros publicados, entre os quais Beira Rio Beira Vida (1965), com o qual ganhou o Prêmio Nacional Walmap; A Filha do Meio Quilo (1966); O Salto do Cavalo Cobridor (1968), Pacamão (1969), Os que Bebem como os Cães (1975), Nassau, Sangue e Amor nos Trópicos (1990), Jovita (1993), Tiradentes (1994), Na condição de romancista histórico e apreciador da poesia brasileira, levantou e retratou a poesia em diversos estados e publicou diversas antologias com o titulo genérico: A poesia .... no século XX. Assim, foram lançadas as antologias referentes a poesia piauiense (1995), Bahiana (1999), sergipana (1999), espírito-santense (1998), mineira (1999). Em 1996 entrou para a Academia Piauiense de Letras e no ano seguinte recebe o Diploma de Personalidade Cultural da União Brasileira de Escritores. Em princípios de 2008, após viver tantos anos no Rio de Janeiro, voltou para sua terra e passou a morar em Teresina, onde é cultuado como patrimônio cultural.

    81 Livros
    14 Seguidores
    Piauí, Brasil

    Francisco de Assis Almeida Brasil