Zé de Hilário, o "Zé de Alegria não conhecia medos nem tristezas" com a sua energia cativante, animadora e apaixonante conquista o leitor de uma forma indescritível, Paulo Caldas escreveu essa história tão marcante e tão especial (ao menos pra mim, que com um anjo chamado alegria fui inserida no mundo da leitura).
Um anjo chamado alegria mostra diversos cenários e nos ensina algo valioso que facilmente esquecemos: "Só existe o agora, o amanhã ninguém sabe, o ontem se resume às boas lembranças, somente."
Foi emocionante ver que o legado do palhaço alegria não iria ser esquecido, que Mano (Emanuel Felizardo da Luz) o continuaria e realizaria seu sonho de um dia montar um novo circo o Circo Alegria.
Essa leitura foi tão agradável e apaixonante, me apaixonei mais uma vez pela leitura e novamente pude entender o motivo de ter entrado nesse mundo, valeu a pena ser esse o primeiro livro que li e valeu mais ainda saber que teve um motivo para nunca o esquecer, ele proporcionou os mesmo sentimentos da primeira vez. Esse é um livro que você faz as mesmas perguntas que o garotinho Zé de Hilário, suas dúvidas o levam a ter dúvidas também, faz você rir das suas peripécias e palhaçadas ao ponto de chorar de tanta alegria, ele te cativa e faz chorar pela sua situação e estado deprimido, faz sorrir com sua alegria, se orgulhar pelo que conquistou em sua jornada e chorar por sua despedida, sua última despedida...