O índio Apache Kid e mais quatro parceiros estão trabalhando a serviço do exército do Arizona, comandados por Al Sieber. Ao retornarem ao posto militar de São Carlos, eles contam a Sieber que foram atacados por rebeldes que acabaram mortos. Eles deveriam tê-los capturados e por isso o Capitão Pierce decide que os índios devem ser punidos e trancados no xilindró. Para um apache, ser trancafiado numa cela é uma vergonha e tortura, por isso os índios se revoltam e Sieber acaba baleado na perna.
Os soldados do forte vão à caça dos quatro batedores, nisso encontram a dupla Tex Willer e Kit Carson. Os dois ficam sabendo do ocorrido e Tex decide ir conversar com Kid para propor que ele se entregue e receba como punição uma suspensão temporária do serviço. Do contrário, Kid e os outros apaches virariam foras-da-lei com o exército sempre em seus calcanhares.
Os rangers encontram os índios e explicam a eles a situação. Em comum acordo, Tex e Kit vão falar com Capitão Pierce sobre as condições para que Kid retorne ao acampamento, que promete tratar o bando com tolerância. Resumindo, o Capitão falta com a palavra e trai tanto Tex quanto os índios. Mais resumidamente, eles recebem a sentença de morte mas acabam fugindo e Apache Kid começa a sua vingança contra o que chama de "cão branco", ou seja, todos os homens brancos, sem distinção (com exceção de Tex e Carson). Tex busca uma solução para todo esse problema e lida com injustiças, traições, injúrias e demonstra mais do que nunca ser uma pessoa íntegra no meio de um monte de panacas que visam apenas o poder. É impossível não se simpatizar com o ranger e seu aguçado senso de justiça e humanidade. Também acabamos torcendo muito por Apache Kid, pois ele recebe uma punição injusta e é natural a sua revolta. Enfim, uma história excelente, mas com um final longe de ser considerado feliz e que nos leva a uma longa reflexão sobre escolhas e rumos que a vida toma, independente de estarmos certos ou não.