Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas21
    • Leitores1377
    • Similares1
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    A ilha do conhecimento - Os limites da ciência e a busca por sentido

    Marcelo Gleiser

    Record
    2014
    364 páginas
    12h 8m
    ISBN-13: 9788501052773
    Português Brasileiro
    4.2
    247 avaliações
    Leram401Lendo124Querem831Relendo1Abandonos20Resenhas21
    Favoritos39Desejados831Avaliaram247

    Do mesmo autor de A dança do universo e O fim da Terra e do Céu, vencedores do Prêmio Jabuti. Há respostas para todas as perguntas? Quanto realmente sabemos sobre o mundo? Existe mesmo uma verdade absoluta? O que define o ser humano é a curiosidade, é o querer saber sempre mais sobre o mundo e sobre si mesmo. Mas o que observamos do mundo é uma pequena porção do que existe. Em A ilha do conhecimento, o físico Marcelo Gleiser traça nossa busca por respostas a questões fundamentais da existência. E chega a uma conclusão provocativa: a ciência, principal ferramenta que temos para encontrar respostas, é fundamentalmente limitada. A essência da realidade é incognoscível. Os limites do nosso conhecimento derivam dos nossos instrumentos de exploração e da natureza da realidade física: a velocidade da luz, o princípio da incerteza, a impossibilidade de ver além do horizonte cósmico, os teoremas da incompletude e a nossa própria capacidade como uma espécie inteligente. Reconhecer essas fronteiras, Gleiser argumenta, não é um impedimento ao progresso ou um motivo para sucumbir à religião. Pelo contrário, nos deixa livres para questionar o sentido e a natureza do universo, afirmando o papel central da vida e da nossa existência. A ciência pode e deve seguir em frente, mas, ao reconhecer os próprios limites, revela sua verdadeira missão: conhecer o universo é nos conhecer. Uma ampla história intelectual da nossa busca por conhecimento e sentido, este livro aborda de forma altamente original as ideias de alguns dos maiores pensadores da história, de Platão a Einstein, mostrando como continuam a nos influenciar. A ilha do conhecimento oferece uma visão singular do que significa ser humano em um universo mergulhado em mistério.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (21)Ver mais
    Kátia Garcia picture
    Kátia Garcia01/02/2016Resenhou um livro
    0

    A NECESSÁRIA "MEA CULPA" DA CIÊNCIA.

    Do que realmente trata este livro de Marcelo Gleiser? Ao meu ver ele trata de três questões: O primeiro acerca da questão se podemos conhecer a essência da realidade; O segundo acerca da problemática da relação de muitos cientistas com este fato; e terceiro questões da astronomia atual, da física quântica,e da Neurociência reguardante a estas questões. O quanto podemos conhecer do mundo real? ou seja, até que ponto a ciência pode compreender a natureza da realidade? Segundo Gleiser a ciência é limitada, ou seja existem partes do mundo natural que permanecerão ocultas, incognoscível, ou melhor ainda ,que estão além da nossa capacidade de compreensão, mesmo para a Ciência. Ai você me pergunta, E por que? Afinal a ciência não é a toda poderosa, aquela tem todos os instrumentos para conhecer o mundo?. Não, diz o autor, porque ela mesma é limitada pela própria limitação dos instrumentos que tem a disposição atualmente. E existe uma dimensão incognoscível da realidade física, intransponível até mesmo para ciência. Ele usa a metáfora da Ilha; a ilha do conhecimento é cercada por um vasto oceano do desconhecido, à medida que descobrimos algo à mais, a ilha cresce, porém ao mesmo tempo cresce também o nosso desconhecimento de fatos antes ocultos, E portanto cresce também o nosso entendimento da vastidão da nossa ignorância!! Para Gleiser existe a necessidade crucial de que junto com a busca de explicações científicas do mundo seja acompanhada também pela busca do sentido dessas mesmas explicações, ou seja, buscar entender o que significa os resultados das equações matemáticas para o entendimento da realidade física, e fugir do lema "calcula e cala boca" dos físicos atuais. E aqui entramos na segunda questão; a arrogância de muitos cientistas em acreditar que suas equações matemáticas poderão abarcar um dia a essência completa da realidade!!! Principalmente na física, e Astronomia que estão constantemente mostrando que certos aspectos da realidade estão além do nosso conhecimento atual, ao menos além do que podemos conhecer atualmente com os instrumentos que temos em mãos. Daí a importância da discussão filosófica do sentido dos resultados mesmos, advindos dessas mesmas equações. E certas afirmações, como as do físico Stephen Hawking, que com uma certa arrogância afirmou que “a filosofia é inútil”, E que “Deus não é necessário” além de confundir, só pioram as coisas, devendo por isso serem evitadas. E para embasar as suas conclusões ele mostra como mudanças conceituais, que ele chama de “mosaico de idéias” na história do pensamento Ocidental, especificamente no conhecimento do cosmos, na física quântica, e no mundo da mente, estão sempre em constante mutação, muitas vezes sendo revogadas, ou deixadas de lado. Qual seria portanto a atitude do cientista frente a esta barreira incognoscível da realidade? Simplesmente que tenha atitude de humildade e admitir que a explicação científica é limitada, E que na verdade corresponde somente a mais uma descrição do que uma explicação do mundo real; válida tanto quando outras explicações que não seja a científica. Conclui ele dizendo que na verdade o conhecimento que temos do mundo real define somente o conhecimento QUE PODEMOS TER, e nada mais!!!!

    12 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.2 / 247
    • 5 estrelas37%
    • 4 estrelas44%
    • 3 estrelas15%
    • 2 estrelas4%
    • 1 estrelas1%
    Marcelo Gleiser profile picture

    Marcelo Gleiser

    Marcelo Gleiser (nasceu em Rio de Janeiro, 19 de março de 1959) é um físico, astrônomo, professor, escritor, roteirista e colunista brasileiro. Bacharelou-se em 1981 na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, fez seu mestrado em 1982 na Universidade Federal do Rio de Janeiro e seu doutorado em 1986 no King's College London na Universidade de Londres. Desde 1991, é professor de Física e Astronomia na Dartmouth College em Hanover, EUA. Já fez parte do grupo de pesquisadores do Fermilab, em Chicago, e do Institute for Theoretical Physics da Califórnia. Recebeu bolsas para pesquisas da NASA, National Science Foundation e da OTAN. Articulista do jornal Folha de S. Paulo desde 1997, Gleiser divulga a ciência trazendo explicações simples para milhares de leitores. Ministra uma disciplina em Dartmouth chamada "Física para Poetas", extremamente popular na universidade, atraindo pessoas que não possuem ligações com a física. Suas aulas se caracterizam por relatos da história da ciência e dos cientistas juntamente com explicações sobre os fundamentos da física no laboratório através de experiências e demonstrações em sala de aula. Em 1994 ganhou do presidente norte-americano Bill Clinton o prêmio Presidential Faculty Fellows Award por seu trabalho de pesquisa em cosmologia e por sua dedicação ao ensino. Em 1995 ganhou o Dartmouth Award for Outstanding Creative or Scholarly Work e venceu em 2001 o prêmio José Reis de Divulgação Científica. Em 2001, Gleiser foi eleito Fellow da American Physical Society, a Sociedade de Física Americana, do qual é membro. Seu ensaio Emergent Realities in the Cosmos apareceu na antologia Best American Science Writing 2003, editada por Oliver Sacks. Em 2006, Gleiser foi eleito Membro Permanente da Academia Brasileira de Filosofia. Em 1997 lançou no Brasil seu primeiro livro, A Dança do Universo, que trata da questão da origem do Universo tanto sob o ponto de vista científico quanto religioso. O livro, escrito para o público não-especializado, tornou-se num marco da divulgação científica no Brasil. Em 1998 ganhou o Prêmio Jabuti por esse livro, prêmio que viria a repetir em 2002 pelo livro "O fim da Terra e do Céu". No ano de 2005 lançou uma coletânea de suas colunas publicadas na Folha de S. Paulo de 1999 a 2004 entitulada Micro Macro. A sua primeira obra inspirou uma peça de teatro do grupo Arte e Ciência no Palco, que estreou no Festival de Curitiba, e foi apresentada em vários teatros e festivais no Brasil e em Portugal. Em 2006, publicou "A Harmonia do Mundo", seu primeiro romance e também um best seller, sobre a vida e obra do astrônomo alemão Johannes Kepler.

    18 Livros
    288 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Marcelo Gleiser