O pensamento simbólico é fundamental para a existência humana. Se a antropologia social não pode explicá-lo, o que pode? Alan Barnard aplica idéias da antropologia social a perguntas a ser exploradas em arqueologia, linguística, genética e neurociência, considerando a explosão da arte, a religião e a linguagem, cerne do que nos faz humanos. O pensamento simbólico é o que nos torna humanos. Claude Lévi-Strauss afirmou que nunca poderemos saber a gênese do pensamento simbólico, mas neste estudo novo e poderoso, Alan Barnard argumenta que nós podemos. Continuando com a linha de análise iniciada em “Antropologia Social e Origens Humanas” (Cambridge University Press, 2011), “A Gênese do Pensamento Simbólico” aplica idéias da Antropologia Social, antiga e nova, para entender algumas das áreas, também exploradas em campos tão diversos como a arqueologia, linguística, genética e da neurociência. Barnard visa responder perguntas como: Quando e por que língua veio a existir? Qual foi a religião mais antiga? E que forma a Organização Social tomou antes da humanidade ser dispersada do continente africano? Rejeitando a noção de caçadores-coletores como 'primitivos’, Barnard brada a grande sofisticação dos meios complexos de sua expressão lingüística e simbólica, e coloca a possível origem do pensamento simbólico não antes de 130.000 anos atrás.
Genesis of Symbolic Thought -
Alan Barnard
Cambridge University Press
2012
208 páginas
6h 56m
ISBN-18: ISBN_9781107651098
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