Mônica Pimentel nos trás uma história diferente, este é um conto com 66 páginas de pura fé!
“Este livro pode fazer bem para a sua fé” – Foi exatamente isso que a autora me disse ao entregar o arquivo do livro. Eu, imediatamente, abri o arquivo, mas não tive coragem de ler. Pois é, fiquei pensando e pensando, e com a intimação que indiretamente ela havia me dado, eu considerei meu estado de espírito fora do padrão para ler o livro naquele momento, por isso protelei um pouco.
Ora, se o livro iria mexer com minha fé, eu imaginei que teria que estar no mínimo, completamente dentro da leitura, e naquela época, não era a época. Bom, o fato é que finalmente eu o li e confesso que ele veio na hora certa para mim.
O livro traz a história de Zhoe, um menino, que perdeu a mãe ao nascer e vive com o pai e uma de suas irmãs. Aos dez anos de idade, Zhoe conhece um pássaro – Neriá – e tem uma experiência incrível ao conversar com ele.
O pássaro Neriá lhe ensina sobre a morte e que por trás de tantas tristezas existe um significado para tudo.
Eu estava passando por um momento, não muito legal, e estava com uma ideia quase tomada, mas li o livro e mudei de opinião. Entendi um recado direto para mim, sabem? Não sei se já aconteceu com vocês algo parecido, mas eu senti diretamente uma lição que eu precisava e que tomei para mim. Foi reconfortante!
O pássaro Neriá é uma caracterização simbólica de Deus, e nos trás a mensagem de que mesmo distante ele está sempre olhando e nos protegendo, mesmo que não o vejamos.
O conto nos faz refletir bastante, nos traz uma história sobre amor e fé, e acho que todas as pessoas deveriam parar para lê-lo.
É, sem dúvidas, uma grande história em um pequeno livro! A leitura flui e quando a gente se dá conta, o livro acabou deixando uma grande lição sobre entender e superar a morte.
Uma lição de fé, amor e família.
Valeu muito a pena ter lido!
Resenhista: Aricia Aguiar.