Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas8
    • Leitores514
    • Similares2
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O Brasil Privatizado (História Agora #11) - Um Balanço do Desmonte do Estado

    Aloysio Biondi

    Geração Editorial
    2014
    256 páginas
    8h 32m
    ISBN-13: 9788581302577
    Português Brasileiro
    3.7
    133 avaliações
    Leram214Lendo30Querem263Relendo0Abandonos7Resenhas8
    Favoritos3Desejados263Avaliaram133

    Quem não leu este livro não tem e nem terá a menor ideia do que se passou nos anos 1990. Foi quando o Brasil, ao torrar suas estatais, emprestar dinheiro para os compradores as adquirirem e aceitar moedas podres no pagamento, fechou alguns dos piores negócios de que se tem notícia. Mais: antes de privatizar as empresas de energia e telefonia, o governo do PSDB turbinou as tarifas em até 500 por cento, o que premiou o comprador e puniu o consumidor. Seu autor, Aloysio Biondi, um dos mais importantes jornalistas de economia que o país já teve, não recorre ao discurso político-ideológico para nos convencer. Usa uma ciência mais neutra, a matemática. Aqui, os números falam pelas palavras. É um trabalho profundo, meticuloso e importante - didático. Biondi procurou e descobriu as muitas caixas-pretas das privatizações. E, para nosso espanto e horror, abriu uma a uma, escancarando o tamanho do esbulho que a nação sofreu.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover

    Similares (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (8)Ver mais
    Doney Corteletti Stinguel picture
    Doney Corteletti Stinguel05/05/2023Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Lista de Livros: O Brasil privatizado: Um balanço do desmonte do Estado, de Aloysio Biondi

    PARTE I: “ATÉ TU, MALAN? Tudo somado, contas benfeitas mostrariam que as privatizações não reduziram a dívida e o “rombo” do governo. Ao contrário, elas contribuíram para aumentá-los. O governo ficou com dívidas — e sem as fontes de lucros para pagá-las. Ironicamente, o governo reconheceu isso com todas as letras. Na carta de intenções que o ministro da Fazenda, Pedro Malan, entregou ao FMI (Fundo Monetário Internacional), inconscientemente, o governo confessa que o equilíbrio das contas do Tesouro ficou mais difícil porque... o governo deixou de contar com os lucros que as estatais ofereciam como contribuição para cobrir o rombo até serem vendidas. Pasmem-se, mas é verdade.” * Mais do blog Lista de Livros em: https://listadelivros-doney.blogspot.com/2023/01/o-brasil-privatizado-um-balanco-do.html XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX PARTE II: “ADUBO PARA A RECESSÃO Implantada com distorções, a política de privatizações acabou por ser um dos fatores da recessão, por diversos caminhos. As importações maciças realizadas pelos “compradores” tiveram um efeito mais devastador do que parecia à primeira vista. A compra de peças e componentes no exterior, em substituição à produção local, significou cortes na utilização também de matérias-primas, como plástico, borracha, metais, devastando setores inteiros, fechando fábricas, cortando empregos — isto é, puxando a economia do país para o fosso. Além disso, a própria concentração dos empréstimos do BNDES a esses “compradores” implicou, na prática, que as demais áreas e centenas de milhares de empresas continuassem às voltas com a falta de crédito. Ou, ainda, submetidos a juros elevadíssimos, enquanto os clientes do BNDES desfrutam de taxas baixíssimas, privilegiadas: chegam a apenas um terço dos juros cobrados no mercado.” * Mais do blog Lista de Livros em:

    16 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 133
    • 5 estrelas24%
    • 4 estrelas35%
    • 3 estrelas28%
    • 2 estrelas5%
    • 1 estrelas8%
    Aloysio Biondi profile picture

    Aloysio Biondi

    Biondi exerceu a profissão de jornalista por 44 anos e marcou o jornalismo econômico, principalmente nos anos 70, quando dirigiu o Jornal do Commercio, no Rio de Janeiro. Sua gestão representou uma mudança no conceito da cobertura econômica, pois incutiu em vários repórteres a necessidade do jornalismo crítico e investigativo, em substituição ao que se praticava então, com os vícios impostos pela ditadura militar. Ainda no Jornal do Commercio, realizou vários debates semanais sobre a conjuntura econômica do País. Biondi escreveu na maioria dos grandes jornais e revistas do Brasil, além de colaborar com dezenas de publicações de entidades de classe de trabalhadores e, ainda, era professor notório saber da Faculdade de Comunicação Social Cásper Libero. Ele também publicou o livro O Brasil Privatizado. Nos últimos tempos mantinha uma página na revista Bundas, onde deixou um artigo faltando apenas quatro linhas para ser concluído e mantinha uma coluna diária no Diário Popular

    1 Livro
    1 Seguidor
    São Paulo, Brasil

    Aloysio Biondi