Afff, nem lembrava como o mocinho era um mandão (li pela 3ª vez). "Seja feita a minha vontade", esse era o lema dele. E a mocinha também não era muito forte em resistir não. Na verdade, ela não era NADA forte. Ele falava "vai ser assim" e a despeito dos (poucos) protestos dela, acabava "sendo assim" mesmo. Já no início essa história do casamento foi o fim da picada. Ele simplesmente decidiu que ia casar com ela porque queria e iria ter as ações dela. E nem ligou pro luto da menina, pra diferença de idade entre eles, pra vontade dela, nem nada. Só pensou nele mesmo, se sentindo o gostosão-todo-poderoso-detentor-de-todos-os-direitos-do-mundo. Pra completar, tem a irmã dela que resolve aparecer em cena pra bagunçar ainda mais as coisas. Bess sempre fora ofuscada pelo brilho da irmã, e vocês acham que no casamento seria diferente??? Ahm.... não!!! Daí já viram, né?! Muito sofrimento da mocinha, mimimi, mal-entendidos, ciúmes...
Vocês devem estar pensando: "credo, que livro terrível". Mas alôôôu, é Diana Palmer, então alguém tem dúvida se eu amei o livro?! Hehehe. Apesar de tudo isso aí que eu falei (e da mocinha ser beeeem passiva em certos aspectos) Diana Palmer sabe conduzir esse tipo de situação como ninguém. Só ela mesmo pra conseguir fazer uma trama como essa, com todos esse elementos que tinham tudo pra estragar o livro, se transformar numa boa leitura.
Destaque pro final, com o que acontece com a mocinha, acarretando num mal momento pro mocinho. Adoro esse tipo de situação. Sempre me vem à cabeça a frase "sooooofre filhinho, que a culpa é sua". E eu já falei que o mocinho tem cicatrizes??? Marcas da guerra. Prato cheio pra quem gosta (e pra quem não gosta também).
Outro livrinho que é pra se ler numa tacada só. Não tem lá aqueeeeela história, mas só por ser da Diana Palmer já faz muita diferença. Vale a pena conferir!
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