Meu Chefe Dominador -

    Clarisse Albuquerque

    Ponto Literário
    2017
    260 páginas
    8h 40m
    ISBN-13: 9788568292235
    Português Brasileiro

    Mariana é uma garota totalmente aberta e nada careta. Para ela, ficar (ou transar) com alguém que não tenha um relacionamento, não tem problema algum, principalmente porque ela ama sua vida de solteira e a liberdade que tem de poder ficar com quem quiser. Porém, não pode ter tudo o que quer, como por exemplo: o seu chefe. Ela não sabe nada a respeito dele. Mal sabe que ele não é quem imagina e que pode ser muito dominador tanto no trabalho quanto fora dele. Mas será que a vontade de tê-lo é grande o suficiente para suportar as suas propostas, além de tudo o que vai ter que abrir mão, os segredos que terá que manter e, pior ainda, a confusão que esse homem irá causar em sua vida?

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    Mayta10/06/2020Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Este livro é uma releitura de 50 tons, o que é interessante, pois o seu objetivo é retratar de forma real (ou seja, não romantizada) o BDSM. Mas logo nos primeiros capítulos eu pensei em abandonar, porque as atitudes do Alexandre me deixaram perplexa, ele persegue a Mari e a trata como se ela fosse sua propriedade (e ela NÃO tinha aceitado ser sua submissa ou qualquer outra coisa), além disso a autora se perde no romance e acaba esquecendo que uma das bases desse mundo é o consenso, e muita vezes a Mari falava como tinha medo do Alexandre, simplesmente não tem como gostar de um romance assim, principalmente um que nasce de uma obsessão. No início do livro eu torcia pra Mari ligar pra polícia a cada 2min (ela também pensou em ligar, mas spoiler: ela não liga). É aqui que eu vejo as semelhanças e diferenças com Ana de 50 tons, ambas se metem nessa confusão por curiosidade, mas enquanto a Ana me dá raiva por ser tão ingênua, a Mari é a personagem que é uma "heroína" (forte também se encaixa aqui), que impõe o que ela quer ou não quer. A verdade é que eu desisto de dar chance a esse gênero literário, não consigo gostar de romances que normalizarem relacionamentos abusivos e homens babacas. Para não falar só mal; uma coisa que achei interessante no livro foi o uso de termos como: p. da vida, tribufu e mais.

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