Jane Austen and names -

    Maggie Lane

    Endeavour Press
    2014
    91 páginas
    3h 2m
    ISBN-1: 0

    For Jane Austen, Edmund was a name the represented heroism and chivalry, Maria signified heartlessness and Richard was a joke. She had a weakness for Emma and a passion for Frederick which endured from her earliest years until she bestowed it on her last, and most romantic, hero. Unlike most novelists of her period, in naming her characters Jane Austen confined herself to the names found in everyday life, choosing them to fit not only their personalities but their place in society. While the classic English names are her staple, she also drew on the Old Testament for her low-born characters and eighteenth-century creations for the would-be fashionable. In this study of a hitherto neglected area of the novelists art, Maggie Lane looks at the history of English nomenclature up to Jane Austens time and at the naming patterns and practices current in her society, including who was entitled to use the Christian name of whom. A section on Jane Austens own taste in names is followed by an alphabetical listing of all the Christian names used in her mature fiction, with their history, social status and associations. 'Jane Austen and Names' is a must-read for anyone interested in the great novelist.

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    Natallie Nazareth Alcantara Chagas19/11/2015Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    No início, quando Jane Austen escrevia meramente para a o divertimento de sua família, sua intenção era fazer piada da moda literária do momento, e isso se refletiu nas escolhas dos nomes dos seus personagens: os homens eram Gustavus, Polydore e Philander; as mulheres eram Agatha, Amelia, Cecilia, Dorothea, Eloisa, Janetta, Laurina, Rosa, dentre vários outros. A partir do momento em que ela deixou começou a criar um mundo mais em sintonia com o mundo real, os nomes também se tornaram mais comuns. Em Razão e Sensibilidade e Orgulho e Preconceito, ainda existe uma influência do romance nos nomes. No entanto, a escrita de Abadia de Northanger já mostra uma escolha de nomenclatura mais diferente, visando adequar os nomes aos históricos familiares presentes na obra. A forma como a autora lida com os nomes que escolhe para seus personagens contribui para o tom de cada romance (considerando Abadia de Northanger, Manfield Park e Emma). Também existe uma diferença em Persuasão, onde os nomes são sempre os mesmos, o que indica uma “esterilidade” na família de Anne. Em Sandition, Jane seleciona um novo método de escolha de nomes, ao mesmo tempo em que retoma o jeito burlesco do início de sua escrita. De forma geral, o livro é informativo mesmo sendo curtinho (só 91 páginas), apesar de me cansar um pouco porque parecia que a autora ficava repetindo o mesmo conceito em diferentes contextos. De qualquer forma, eu recomendo porque mostra o que cada nome que Jane escolhia significava para ela e também é uma nova maneira de interpretar os livros dela.

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