Luciana levantou a pedra colocada no meio do canteiro e achou o que queria. Apontou com o dedo: - Agora você é meu! O tatu demorou para entender o que se passava. Só foi começar a compreender no meio do caminho. Aí já estava na palma da mão dela e já tinha nome. - Alfredo, venha ver sua nova casa! Foi. Foi, não. Foram com ele. Sempre na palma da mão da menina, ele viajou enroladinho, dois dias e duas noites, até chegar à escrivaninha com tampo de vidro. - Meu nome é Luciana, mas todo mundo morre de preguiça e me chama só de Lu. Tem uns, como minha mãe, que às vezes me chamam de Luque. Você pode escolher. (...)
Tatu-bolinha -
Mirna Pinsky, Demóstenes Vargas
Miguilim
1986
20 páginas
40m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
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