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    Crise da Democracia - Direto, Democracia Direta e Neoliberalismo na Ordem Global

    Tarso Fernando Herz Genro

    Vozes
    2002
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-10: 8532627080
    Português Brasileiro
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    Coletânea de textos onde as questões do Direito e do Estado, do marxismo e da igualdade jurídica, predominam sobre uma "formulação positiva", como proposta de uma nova ordem que abriria perspectivas para o socialismo democrático. O autor permite que o leitor pense livremente o futuro e concebe-o como ameaçado pela mais poderosa força normativa, que organizou a dominação global a partir da modernidade; a força do capital financeiro.

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    Tarso Fernando Herz Genro

    Tarso Fernando Herz Genro é bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Santa Maria, no Estado do Rio Grande do Sul, onde também se especializou em Direito Trabalhista. Seguindo a carreira política de seu pai, Adelmo Simas Genro, que foi vereador e vice-prefeito de Santa Maria, Tarso iniciou suas atividades partidárias em 1968, sendo eleito vereador de Santa Maria pelo MDB (Movimento Democrático Brasileiro). Paralelamente à carreira política, atuou como advogado de sindicatos e associações profissionais. No início da década de 1980, foi porta-voz do Partido Revolucionário Comunista (PRC). Em 1988, já no Partido dos Trabalhadores (PT), foi eleito vice-prefeito de Porto Alegre na chapa encabeçada por Olívio Dutra, também do PT. Entre 1989 e 1990 teve uma rápida atuação como deputado federal. Em 1990, concorreu ao governo do Estado do Rio Grande do Sul, perdendo para Alceu Collares, do PDT. Voltou, então, à vice-prefeitura, onde permaneceu até 1º de junho de 1992. Candidato ao cargo de prefeito de Porto Alegre, foi eleito em dois mandatos: 1993-1996 e 2001-2004. Contudo, rompendo com a promessa feita durante sua última campanha, de cumprir o mandato de prefeito até o fim, desligou-se do cargo em 2002 para concorrer ao governo do Estado, depois de derrotar Olívio Dutra nas prévias do partido. Perdeu a eleição, no entanto, em segundo turno, para Germano Rigotto (PMDB) Com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência da República, Tarso Genro foi convidado a presidir o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, função que ocupou até o início de 2004, quando assumiu o cargo de ministro da Educação, substituindo Cristovam Buarque. Em 2005, deixa o ministério para ocupar a presidência interina do Partido dos Trabalhadores, substituindo José Genoino, envolvido no escândalo do mensalão. Lançou-se, então, candidato à presidência nas eleições internas do partido, mas acabou retirando sua candidatura para apoiar o deputado federal Ricardo Berzoini. No ano seguinte, 2006, passou a ocupar o Ministério das Relações Institucionais. E logo depois, em março de 2007, tomou posse como ministro da Justiça, substituindo Márcio Thomaz Bastos. Com inúmeras obras publicadas nas áreas de direito, política e literatura, Tarso Genro é um conhecido colaborador de vários jornais brasileiros, escrevendo principalmente artigos de teoria política. Durante quinze anos, a partir de 1972, atuou como crítico literário no jornal porto-alegrense Correio do Povo

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    Rio Grande do Sul, Brasil

    Tarso Fernando Herz Genro