J. Kendall - Aventuras de uma Criminóloga # 113

    G. Berardi, M. Mantero, A. Marinetti & S. Boraley, L. Calza , M. Fodera & T. Campi.

    Mythos
    2014
    260 páginas
    8h 40m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Nesta edição - SEQUESTRADA! - Júlia e Norma são sequestradas! Os raptores estão atrás do namorado de Norma, Bob Donner, que deve um milhão de dólares à organização criminosa da qual eles fazem parte. Donner está em local ignorado e se Júlia não conseguir localizá-lo a sua irmã será morta! O tempo voa para a criminóloga de Garden City e a vida de Norma depende da sua capacidade de investigação. Texto: G. Berardi - M. Mantero - Arte: A. Marinetti & S. Boraley. O DINHEIRO MATA - Parecia um plano perfeito para assaltar um carro-forte. Mas as coisas não correm bem e a situação desanda em massacre. Um dos bandidos, Lionel, acaba gravemente ferido pelo próprio parceiro! Sangrando e com sede de vingança, Lionel toma como reféns os passageiros de um vagão do metrô. A situação é dramática e Júlia deverá tentar intervir para evitar mais derramamento de sangue! Texto: G. Berardi - L. Calza - Arte: M. Fodera & T. Campi.

    Resenhas (1)Ver mais
    Tábata Kotowiski picture
    Tábata Kotowiski11/06/2025Resenhou um livro
    3 (Bom)

    A primeira história, “Sequestrada!”, acompanha Júlia Kendall e sua irmã Norma como vítimas de um sequestro motivado por interesses indiretos. Ao invés de focar em ação explosiva, a trama constrói tensão através das relações pessoais, especialmente ao explorar os conflitos familiares de Julia e os dilemas morais ao redor do namorado da irmã dela, envolvido com criminosos. A força aqui está na exploração da manipulação emocional e na fragilidade humana frente ao crime. A segunda, “O Dinheiro Mata”, é um thriller onde um assalto fracassado termina com reféns dentro de um vagão de metrô. A história mistura crítica social e análise psicológica ao retratar um criminoso acuado mais como produto de um sistema em colapso do que como vilão tradicional. Júlia atua novamente como mediadora entre a polícia e o criminoso, revelando o abismo entre a justiça institucional e a empatia individual. Júlia Kendall, sempre entre a ciência do comportamento e o caos emocional, guiada por compaixão, análise e uma exaustiva carga mental. Ela não resolve os conflitos com força bruta, mas com escuta ativa e observação – o que, ironicamente, a torna uma ameaça mais eficiente do que qualquer arma.

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.4 / 5
    • 5 estrelas60%
    • 4 estrelas20%
    • 3 estrelas20%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%