Primeiramente, falarei um pouco sobre o que esse livro conta: ele é em terceira pessoa, mas foca em Sophia, uma menina que perdeu os pais e que vive com seu tio, Sharadack (posso não ter escrito seu nome corretamente). Ela começa o livro assistindo uma seção parlamentar em que um tipo de lei deve ser aprovada ou não. A partir daí, a história se constroi de maneira lenta, inicialmente, e mais rápida, depois.
É simples, já pelo título, presumir que o livro falará sobre mapas. No entanto, mapas, nesse livro, são muito diferentes do normal e suas utilidades inúmeras.
Não tenho interesse em contar o que acontece para dar velocidade à história, mas tenho que dizer que o plot é bem ineteressante. O que essa menina e um amigo que se une a ela fazem para alcançar seus objetivos é digno de filme. Lembrou-me muito o filme a bússola de ouro, não sei porquê.
O que tenho a dizer sobre ele e o que quase me fez ter vontade de dar três estrelas foram as inúmeras ações realizadas por uma menina tão pequena. Parece estranho uma menina dessa idade realizar tais coisas. E, como eu disse, no histórico de leitura, desculpem-me o SPOILER SPOILER SPOILER, piratas bonzinhos é algo meio estranho. Não porque são piratas, mas porque, normalmente, ninguém auda ninguém sem receber nada em troca, ainda mais sendo um pirata.
A despeito desse ponto, foi uma história com uma mitologia muitíssimo interessante. Desde mapas gigantes até países em diferentes eras, até costumes diferentes, até animais diferentes...Gostei bastante desse ponto.
No entanto, outra coisa que não gostei foi o final, a parte de Blanka e Sophia. Essa parte me foi um tanto que confusa. Acho que era para ser assim ,pois até a própria Sophia fica muito confusa depois de tudo o que aconteceu. Tenho a pequena sensação de que, por ainda não dominar a lingua inglesa completamente, tenha falhado em etender o etxto como um todo. Tomara que não, mas é uma possibilidade. Entenderei mais no próximo livro.
Em resumo, achei um bom livro, mas um tanto infantil em certas partes. Ele ficou mais fortalecido pelos incríveis mistérios, aventuras e ideia inovadora da autora. Gostei bastante e quero ler o próximo. Tomara que consiga ler em breve. Mas duvido.
O nível de inglês é, às vezes, médio, às vezes, difícil. Mesmo assim, tomei coragem e, se você gosta de mapas, vilões estranhos, histórias não tão simples nem tão complexas, personagens legais, mas um tanto que planos (Sim, estou sendo um pouco crítica demais, mas eu gostei. Acredite. Nem sempre a gente tem que julgar um livro com as maiores medidas. Ele é infantojuvenil, não é? Então faz jus ao que propõe.) e viagens por eras diferentes, embarque na aventura.