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    Nicarágua tão violentamente doce -

    Julio Cortázar

    Brasiliense
    1987
    126 páginas
    4h 12m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4
    17 avaliações
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    Favoritos1Desejados2Avaliaram17

    Julio Cortázar esteve na Nicarágua em seis ocasiões. A primeira em 1976, como clandestino sob a ditadura de Somoza. As outras cinco, depois da vitória sandinista. Impressionado com os contrastes entre uma situação e outra, visíveis na própria fisionomia das pessoas, ele descreveu tudo o que viu e sentiu. Nestas páginas, ao mesmo tempo precisas e poéticas, o grande escritor argentino mostra como, ao conviver com a luta de uma pequena nação contra o imperialismo norte-americano, aprendeu a amar o povo e o país. Em suas palavras, uma Nicarágua "tan violentamente dulce".

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    Avaliações

    4 / 17
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    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas6%
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    Jules Florencio Cortázar

    Belga de pais argentinos, nasceu na embaixada da Argentina em Ixelles, distrito de Bruxelas, na Bélgica, e voltou a sua terra natal aos quatro anos de idade. É considerado um dos autores mais inovadores e originais de seu tempo, mestre do conto curto e da prosa poética, comparável a Jorge Luis Borges e Edgar Allan Poe. Foi o criador de novelas que inauguraram uma nova forma de fazer literatura na América Latina, rompendo os moldes clássicos mediante narrações que escapam da linearidade temporal e onde os personagens adquirem autonomia e profundidade psicológica inéditas. Seu livro mais conhecido é Rayuela (O Jogo da Amarelinha), de 1963, que permite várias leituras orientadas pelo próprio autor.

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    Jules Florencio Cortázar