Rebeldia de Nobel - Conversas Com 16 Autores Prêmios Nobel de Literatura

    Xavier Ayén, Kim Manresa

    Tinta Negra
    2014
    176 páginas
    5h 52m
    ISBN-13: 9788563876249
    Português Brasileiro

    Rebeldia de Nobel reúne as entrevistas que o jornalista Xavi Ayén realizou ao longo de três anos com 16 vencedores do prêmio Nobel de literatura, sempre acompanhado pelo olhar de Kim Manresa, fotógrafo de reconhecido prestígio internacional, que ajuda a transformar essas entrevistas em reportagens notáveis. Ayén e Manresa viajaram por todo o mundo para nos desnudar o pensamento e a personalidade desses escritores, que lutaram para criar e manter espaços de liberdade, vital e expressiva. As atitudes, em suma, de uma rebeldia de Nobel.

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    Thelio Farias picture
    Thelio Farias26/06/2017Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Os geniais vencedores do Nobel

    Um livro com 16 foto-reportagens com 16 escritores de prêmios Nobel de Literatura. Algumas curiosidades do livro "Rebeldia de Nobel": . O turco Orhan Pamuk só escreve a mão, não usa máquina ou computador; . O nigeriano Wole Soyinka é tão respeitado no seu país que conseguiu libertar reféns estrangeiros presos por um grupo guerrilheiro; . O alemão Günter Grass só escrevia em pé, seu computador ficava em posição elevada para que pudesse escrever dessa forma (como ele era pintor, dizia que só sabia pintar e escrever em pé); . O egípcio Naguib Mahfuz, único Nobel de língua árabe, foi vítima de um atentado por um fundamentalista religioso na sua cidade natal (o Cairo), que deixou sua mão direita paralisada. Teve que reaprender a escrever com a esquerda; . O húngaro Imre Kertész foi prisioneiro em Auschwitz, mesmo sem saber que era judeu. Ele dizia que "a autoridade alemão decidiu que eu era judeu", em face de suas avós serem. Nem seu pai ou sua mãe eram ligados ao judaísmo. Outra curiosidade desse Nobel era que dormia pouco (4 horas) por noite e escrevia de madrugada; . O japonês Zenzaburo Oé só passou a escrever após o nascimento de um filho com doença mental irreversível. O filho Hikari é personagem de quase todos os livros do Nobel japonês. "Percebi que não poderia escrever nunca mais sem me referir a meu filho, e o transformei no centro de minha obra".

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