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    Cartas a Lula - O jornal particular do presidente e sua influência no governo do Brasil

    Bernardo Kucinski

    Edições de Janeiro
    2014
    464 páginas
    15h 28m
    ISBN-10: 8567854229
    Português Brasileiro
    3.5
    10 avaliações
    Leram17Lendo6Querem26Relendo1Abandonos1Resenhas3
    Favoritos0Desejados26Avaliaram10

    Cartas a Lula reúne uma seleção dos textos produzidos entre os anos 2003 e 2006, período em que Bernardo Kucinski atuou como assessor especial de Comunicação da Presidência da República, no primeiro mandato do presidente Lula. Escritos diariamente, impressos, guardados em envelopes e entregues ao presidente na primeira hora do dia, os informativos - publicados pela primeira vez - comentavam de forma direta e crítica os principais temas veiculados na mídia e que viriam a ser decisivos na vida do Brasil e dos brasileiros. A criação do Fome Zero, os embates em torno do salário mínimo, a Crise dos Correios e o estouro do escândalo do Mensalão são alguns dos episódios narrados de forma inédita que apresentam um panorama dos principais temas veiculados na mídia nacional e internacional e revelam as decisões e posições adotadas pelo presidente.

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    Isabela picture
    Isabela01/05/2023Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    Que livro chato

    Eu particularmente sou fã do Lula e comecei a lei por conta da vitória nas últimas eleições, mas achei o livro extremamente chato, com muitos dados técnicos que acabaram me deixando com muita preguiça de ler. Algumas partes são importantes para nos elucidar sobre as crises que aconteceram no governo do PT, mas a leitura foi muito arrastada, chata. Só não abandonei porque fico com a meta de sempre terminar os livros que início. Dificilmente indicaria para alguém ler esta obra.

    2 curtidas

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    Avaliações

    3.5 / 10
    • 5 estrelas10%
    • 4 estrelas40%
    • 3 estrelas40%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas10%
    Bernardo Kucinski profile picture

    Bernardo Kucinski

    Bernardo Kucinski (São Paulo, 1937) é um jornalista, escritor e cientista político brasileiro. É colaborador do Partido dos Trabalhadores e professor da Universidade de São Paulo, onde ministra a cátedra de jornalismo internacional, entre outras. Trabalhou como assessor da Presidência da República durante o primeiro mandato de Luís Inácio Lula da Silva. Possui graduação em física pela Universidade de São Paulo (1968). Militante estudantil durante o regime militar, foi preso e exilado. Retornou e entrou para os quadros da USP na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo em 1986. Em 1991, obteve grau de doutor em Ciências da Comunicação pela USP com tese sobre a imprensa alternativa no Brasil entre 1964 e 1980. Ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura em 1997. No período de fevereiro de 2003 a junho de 2006 foi Assessor Especial da Secretaria de Comunicação Social (SECOM), da Presidência da República. Aposentou-se como professor titular da Universidade de São Paulo, junto à Escola de Comunicações e Artes – Departamento de Jornalismo e Editoração.[1][2][3] Devido ao regime militar que havia se instalado no país, mudou-se para a Inglaterra após participar do mapeamento da tortura no Brasil, em duas reportagens publicadas na Veja. Em Londres, entre 1971 e 1974, foi produtor e locutor da BBC, correspondente de Opinião e depois da Gazeta Mercantil, dedicando-se ao aprofundamento de sua formação em economia. De volta ao Brasil em 1974, participou da fundação dos jornais alternativos Movimento e Em Tempo (do qual foi o primeiro editor, em 1977). A partir de então, trabalhou como editor de commodities da Gazeta Mercantil e foi correspondente do jornal The Guardian, da revista Euromoney, e do boletim Latin America Political Report, todos periódicos londrinos, e de Lagniappe Letter, newsletter novaiorquina, além de produzir cadernos especiais para a revista Exame. Também participou da revista Ciência Hoje, da SBPC (Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência).[2][3] Em 1986 entrou para os quadros da USP, como professor da Escola de Comunicações e Artes. Em 1991, apresentou sua tese de doutoramento, Jornalistas Revolucionários – Nos tempos da imprensa alternativa, um estudo mapeando cerca de 150 periódicos surgidos entre 1964 e 1980. Em 1997 ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura com o livro Jornalismo Econômico (1996), resultado de sua tese de livre-docência e do pós-doutorado realizado em Londres. As Cartas Ácidas eram pequenos relatórios diários a partir da leitura crítica da mídia e enviadas para o candidato à Presidência da República em 1998, Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2002, com a vitória do candidato do PT, se torna assessor especial da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, cargo que deixou em 2006. Sua estreia na ficção, com o livro K. - Relato de uma Busca, possibilitou-lhe chegar como finalista dos prêmios São Paulo de Literatura e Portugal Telecom de 2012.

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    São Paulo, Brasil

    Bernardo Kucinski