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    Bone Black - Memories of Girlhood

    bell hooks

    Henry Holt & Company Inc
    1997
    208 páginas
    6h 56m
    ISBN-13: 9780805055122
    3.9
    4 avaliações
    Leram5Lendo0Querem18Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados18Avaliaram4

    A memoir of ideas and perceptions, Bone Back shows the unfolding of female creativity and one strong-spirited child's journey toward becoming a writer. She learns early on the roles women and men play in society, as well as the impotence of children, especially black female children. She sheds new light on a society that beholds the joys of marriage for men and condemns anything more than silence for women. In this world, too, black is a woman's color - worn when earned - daughters and daddy are strangers under the same roof, and crying children are often given something to cry about. In school, hooks sees that integration most resembles corralling, with black children herded, prodded, and pushed like cattle. And the learning agenda is to teach these children to forget their history and the injustices done to them and to embrace the ways of white folk. hooks finds comfort in solitude, good company in books. She also discovers, in the motionless body of misunderstanding, that writing is the most vital breath. She is taught by an elder that quilting is the way a woman learns patience. And hooks's patience, coupled with the insight and bravery that readers have come to expect from her, is rewarded with the strength to keep in touch with the wounded parts of herself and to grow beyond the scars by stretching the confines of history, tradition, and family to encompass her expansive spirit.

    Resenhas (1)Ver mais
    Ana Carolina Correia picture
    Ana Carolina Correia27/04/2020Resenhou um livro
    3 (Bom)

    “Bone Black”: hooks e algumas memórias da infância

    Bone Black: Memories of Girlhood é uma autobiografia de bell hooks, em qual a mesma narra algumas memórias de sua infância. Sua escrita é poética, diferentemente da maioria de suas obras. A mudança da forma de escrever me causou certa dificuldade, pois não tenho o hábito de ler poesia, mas é agradável conforme você continua a leitura. As memórias são trazidas de forma não-linear, quase randômicas. Dessa forma, ela nos oferta lembranças meio borradas de sua meninice. É bonito ver seu amor aflorar por seu avô, Papa Gus, assim como sua ligação com sua mãe. É preocupante como a mesma fala sobre a frequência de pensamentos suicidas e como diziam a ela que “ela ia enlouquecer, ir ao hospício e ninguém a visitaria lá”. Enquanto alguém que já possuiu tais pensamentos e possui igual medo de uma possível solidão, eu me sinto mais apegada a pessoa de Gloria Watkins. Mas ainda é triste como a mesma se sentiu desamparada tão nova. É interessante quando ela fala de sua amiga que não estuda e o papel da igreja em sua vida. O divino é algo que comove hooks — e é perceptível em suas obras isso. Sua ânsia por ler. Talvez o mais interessante seja como ela sutilmente aponta problemas sociais sem precisar os nomeá-los e os repudiá-los; a menção já é o suficiente. Não tenho certeza se gostei de Bone Black ou não. A obra me deixou entrar em contato com o íntimo de Gloria Watkins, mas suas lembranças muitas vezes são muito confusas de absorver.

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 4
    • 5 estrelas25%
    • 4 estrelas25%
    • 3 estrelas50%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Gloria Jean Watkins  profile picture

    Gloria Jean Watkins

    bell hooks é o pseudônimo de Gloria Jean Watkins, escritora norte-americana nascida em 25 de setembro de 1952, no Kentucky – EUA. O apelido que escolheu para assinar suas obras é uma homenagem a tataravó Bell Blair Hooks. A justificativa do nome ser escrito todo em letra minúsculas, é servir a duas funções: distinguir-se de sua parente homenageada, e estabelecer a importância do conteúdo de seus textos em comparação com a sua biografia. bell hooks usou a própria vida como fonte dos seus primeiros estudos sobre raça, classe e gênero, sempre buscando nesses três elementos, os fatores da perpetuação dos sistemas de opressão e dominação. A autora, feminista e ativista social assumida, foi premiada com um 'The American Book Award', um dos prêmios literários de maior prestígio em seu país. Entre as influências de hooks, além de Martin Luther King, Malcom X e Eric Fromm, figuram a feminista Sojourner Truth (cujo discurso 'Ain't I a Woman?' inspirou uma das obras de hooks), o educador Paulo Freire, o teologista e padre dominicano Gustavo Gutierrez, Lorraine Hansberry, o monge Budista Thich Nhat Hanh, o escritor James Baldwin, e o historiador guianense Walter Rodney.

    61 Livros
    575 Seguidores
    Kentucky, Estados Unidos

    Gloria Jean Watkins