Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas4
    • Leitores162
    • Similares2
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Os Maias (Saraiva de Bolso) -

    Eça de Queiroz

    Nova Fronteira
    2014
    644 páginas
    21h 28m
    ISBN-13: 9788520937051
    Português
    3.7
    36 avaliações
    Leram63Lendo6Querem86Relendo0Abandonos7Resenhas4
    Favoritos5Desejados86Avaliaram36

    Publicada pela primeira vez em 1888, Os Maias é uma trama monumental que abarca três gerações de uma mesma família. Neste livro, considerado um dos mais importantes da literatura portuguesa, Eça de Queirós lança mão de conceitos até então novos, como psicanálise a genética, para explicar a personalidade dos familiares e aborda temas polêmicos para a época, como divórcio, o suicídio e o incesto.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (4)Ver mais
    Angélica Correia picture
    Angélica Correia08/12/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Critica social e política da sociedade lisboeta do final do século XIX.

    Clássico do realismo e romantismo da literatura portuguesa. Retrata 3 gerações da família dos Maias. Afonso da Maia, o patriarca está em todo o livro. No começo com a esposa e o filho pequeno Pedro. Mimado e criado pela mãe com o rigor da criação católica, rigor esse que Afonso tinha bem suas críticas, Pedro perde a mãe e fica então sem rumo. Conhece uma mulher muito rica porém de "má fama" já que era filha de escravocrata. Muito à frente de sua época, Maria Monforte gostava de beber, organizar saraus e conviver com diversas pessoas com vida social bem intensa. O pai não concorda com o casamento e então Pedro foge com a esposa. Tempos depois a esposa foge com outro homem... sim, drama em cima de drama. Então o filho do casal cresce (sem o pai, que se suicida mas muito próximo do avô Afonso) e então Carlos da Maia se torna o principal personagem. O livro todo gira em torno de sua vida e vivências com amigos e amores e o principal envolvimento: Maria. O relacionamento dos dois então vira o mote principal do livro, com muitas nuances e dramas, e o final trágico que fica sempre ali, espreitando. Muitos o consideram arrastado e longo demais. Eu acho que cada página ali tem sua importância e não senti o peso de tantas páginas como tantos reclamam. Alívio cômico na medida com Ega e Dâmaso, que roubam a cena quando aparecem. Portugal era então um reino decadente e essa alta burguesia não poupa suas críticas ferozes ao povo e ao sistema em geral. A França sim , é sinônimo de sofisticação, cabendo aos portugueses e à Portugal o papel de "roça da Europa". As críticas de Eça de Queiroz são bastante ácidas. Em um dos capítulos ele mostra uma corrida de cavalos e destila todo o seu humor ácido retratando aquela alta sociedade caricata. Depois da reviravolta com Maria, Carlos vai viajar o mundo, como um bon vivant, e volta (11 anos depois) para um último auspicioso capítulo onde flana pelas ruas de Lisboa junto com seu amigo Ega, avaliando os rumos de suas vidas e de seu país.

    4 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 36
    • 5 estrelas28%
    • 4 estrelas19%
    • 3 estrelas33%
    • 2 estrelas19%
    • 1 estrelas0%
    José Maria de Eça de Queiroz profile picture

    José Maria de Eça de Queiroz

    José Maria de Eça de Queiroz nasceu em Póvoa do Varzim, norte de Portugal, de pais que não eram casados – só o fariam quatro anos depois. Essa situação, escandalosa para a época, talvez tenha contribuído para a visão profundamente crítica à moral da classe média portuguesa que o escritor imprimiu à sua obra. Eça ingressou aos 16 anos na Universidade de Coimbra, de onde saiu formado em Direito. Nesse período reuniu-se a outros jovens literatos, como Antero de Quental, que formaram o grupo conhecido como a Geração 70. Mudou-se para Lisboa, seguindo uma carreira de jornalista que continuaria em Évora e em sua volta para a capital. Em folhetins e na poesia, havia até então sido um adepto do Romantismo. Contudo, na volta a Lisboa, tomou parte no grupo de intelectuais conhecido como <i>O Cenáculo</i>. Sob a influência do escritor Gustave Flaubert e do teórico anarquista Pierre-Joseph Proudhon, aderiu ao Realismo. Em 1870, publicou, em parceria com Ramalho Ortigão, o romance <i>O mistério da estrada de Sintra</i>. No mesmo ano ingressou na carreira diplomática e, dois anos depois, assumiu o posto de cônsul em Havana – seguida por cidades europeias. Em 1895, sob a influência do Naturalismo, publicou o romance <i>O crime do padre Amaro</i>, que provocou protestos da Igreja e de setores da sociedade. Três anos depois, <i>O primo Basílio</i> teve recepção semelhante, apesar do sucesso de vendas. Em 1888 saiu <i>Os Maias</i>, romance considerado sua obra-prima. Parte da extensa obra do escritor, como o romance <i>A cidade e as serras</i>, veio à luz postumamente. Eça, que deixou quatro filhos, morreu em Paris, de tuberculose.

    274 Livros
    719 Seguidores

    José Maria de Eça de Queiroz