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    Joãozito: infância de João Guimarães Rosa -

    João Guimarães Rosa

    Panda Books
    2006
    183 páginas
    6h 6m
    ISBN-10: 8576950162
    Português Brasileiro
    4.3
    8 avaliações
    Leram9Lendo3Querem2Relendo0Abandonos1Resenhas2
    Favoritos1Desejados2Avaliaram8

    Vicente Guimarães, tio de Guimarães Rosa, nos revela suas aventuras de crianças, retrata os habitantes de Cordisbugo que tornaram-se personagens das obras de Guimarães, os estudos de Joãozito na capital mineira, a vida do médico e do diplomata Joãozitão, e na "melhor parte do livro", como diz o autor, há as correspondências trocadas entre tio e sobrinho, já adultos. Quando escreveu este livro - cinco anos após a morte de Rosa - Vicente procurou penetrar no estilo de Joãozito, ousando na criação de novas palavras. Tornou-se o primeiro discípulo, incorporando palavras do mestre.

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    Priscila Freitas Teixeira  picture
    Priscila Freitas Teixeira 06/05/2022Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Joãozito, menino de nove anos, lia um clássico francês.

    Belíssima homenagem e eternas memórias ao lado do grande símbolo do sertão e do povo brasileiro. Nas primeiras páginas traz o pequeno joãozito, que desde cedo, já indicara que tornaria - se nosso ícone imortal, João Guimarães Rosa. Com algumas, até poucas memórias, Vicente Guimarães, tio de Guimarães Rosa, recorda com carinho muitos momentos de infância, que tiveram juntos. Seus trejeitos e gostos, suas vivências, seu companheirismo, relata ele com muita admiração pelo sobrinho/ irmão. A infância de Rosa, de certa forma, nos aproxima do autor, e Vicente fez isso muito bem. Até porque também se espelhou em seu estilo de escrita. Emocionante e singular é este livro! Leiam.

    4 curtidas

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    Avaliações

    4.3 / 8
    • 5 estrelas50%
    • 4 estrelas25%
    • 3 estrelas25%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    João Guimarães Rosa profile picture

    João Guimarães Rosa

    Guimarães Rosa foi um dos mais importantes escritores brasileiros de todos os tempos. Foi também médico e diplomata. Os contos e romance escritos por Guimarães Rosa ambientam-se quase todos no chamado sertão brasileiro. A sua obra destaca-se, sobretudo, pelas inovações de linguagem, sendo marcada pela influência de falares populares e regionais. Tudo isso, somado a sua erudição, permitiu a criação de inúmeros vocábulos a partir de arcaísmos e palavras populares, invenções e intervenções semânticas e sintáticas. Consonante aos debates sobre a lírica moderna mundial, sua obra também inovou por criar um modo de fazer poesia num texto em prosa. ___ Guimarães Rosa (João G. R.), contista, novelista, romancista e diplomata, nasceu em Cordisburgo, MG, em 27 de junho de 1908, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 19 de novembro de 1967. Foram seus pais Florduardo Pinto Rosa e Francisca Guimarães Rosa. Aos 10 anos passou a residir e estudar em Belo Horizonte Em 1930, formou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade de Minas Gerais. Tornou-se capitão médico, por concurso, da Força Pública do Estado de Minas Gerais. Sua estreia literária deu-se, em 1929, com a publicação, na revista O Cruzeiro, do conto "O mistério de Highmore Hall", que não faz parte de nenhum de seus livros. Em 36, a coletânea de versos Magma, obra inédita, recebe o Prêmio Academia Brasileira de Letras, com elogios do poeta Guilherme de Almeida. Diplomata por concurso que realizara em 1934, foi cônsul em Hamburgo (1938-42); secretário de embaixada em Bogotá (1942-44); chefe de gabinete do ministro João Neves da Fontoura (1946); primeiro-secretário e conselheiro de embaixada em Paris (1948-51); secretário da Delegação do Brasil à Conferência da Paz, em Paris (1948); representante do Brasil na Sessão Extraordinária da Conferência da UNESCO, em Paris (1948); delegado do Brasil à IV Sessão da Conferência Geral da UNESCO, em Paris (1949). Em 1951, voltou ao Brasil, sendo nomeado novamente chefe de gabinete do ministro João Neves da Fontoura; depois chefe da Divisão de Orçamento (1953) e promovido a ministro de primeira classe. Em 1962, assumiu a chefia do Serviço de Demarcação de Fronteiras. A publicação do livro de contos Sagarana, em 1946, garantiu-lhe um privilegiado lugar de destaque no panorama da literatura brasileira, pela linguagem inovadora, pela singular estrutura narrativa e a riqueza de simbologia dos seus contos. Com ele, o regionalismo estava novamente em pauta, mas com um novo significado e assumindo a característica de experiência estética universal. Em 1952, Guimarães Rosa fez uma longa excursão a Mato Grosso e escreveu o conto "Com o vaqueiro Mariano", que integra, hoje, o livro póstumo Estas estórias (1969), sob o título "Entremeio: Com o vaqueiro Mariano". A importância capital dessa excursão foi colocar o Autor em contato com os cenários, os personagens e as histórias que ele iria recriar em Grande sertão: Veredas. É o único romance escrito por Guimarães Rosa e um dos mais importantes textos da literatura brasileira. Publicado em 1956, mesmo ano da publicação do ciclo novelesco Corpo de baile, Grande sertão: Veredas já foi traduzido para muitas línguas. Por ser uma narrativa onde a experiência de vida e a experiência de texto se fundem numa obra fascinante, sua leitura e interpretação constituem um constante desafio para os leitores. Nessas duas obras, e nas subsequentes, Guimarães Rosa fez uso do material de origem regional para uma interpretação mítica da realidade, através de símbolos e mitos de validade universal, a experiência humana meditada e recriada mediante uma revolução formal e estilística. Nessa tarefa de experimentação e recriação da linguagem, usou de todos os recursos, desde a invenção de vocábulos, por vários processos, até arcaísmos e palavras populares, invenções semânticas e sintáticas, de tudo resultando uma linguagem que não se acomoda à realidade, mas que se torna um instrumento de captação da mesma, ou de sua recriação, segundo as necessidades do "mundo" do escritor. Além do prêmio da Academia Brasileira de Letras conferido a Magma, Guimarães Rosa recebeu o Prêmio Filipe d'Oliveira pelo livro Sagarana (1946); Grande sertão: Veredas recebeu o Prêmio Machado de Assis, do Instituto Nacional do Livro, o Prêmio Carmen Dolores Barbosa (1956) e o Prêmio Paula Brito (1957); Primeiras estórias recebeu o Prêmio do PEN Clube do Brasil (1963).

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    Minas Gerais, Brasil

    João Guimarães Rosa