Revista de Aparecida - Jovens: Vamos ao Encontro de Jesus

    não informado

    Santuário Nacional de Aparecida
    2008
    50 páginas
    1h 40m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Juventude é sinal de novidade e esperança. Manifestações juvenis são bem vindas e sempre provocam mudanças nas estruturas e nos costumes. Essas mudanças podem significar avanço ou retrocesso, dependendo dos pressupostos , dos objetivos almejados, dos valores transmitidos...A juventude, atualmente, dá sinais de descrédito nas atuações políticas de muitos adultos. Foi-se o tempo de uma mobilização maior da juventude, que almejava participar mais ativamente. Os jovens acabam sendo influenciados negativamente pela cultura moderna, que acentua o individualismo e a indiferença diante de problemáticas sociais mais profundas. Crescimento da violência, postura difusa e relativa diante de valores éticos, decepções pela cultura da corrupção generalizada, tudo isso provoca desânimo. Por outro lado, a avidez da juventude alenta os ideais para cuidar melhor do mundo onde se vive, com sinais sensíveis de preocupações novas. A educação ecológica preocupada com a devastação ambiental e, sobretudo, com as ameaças à dignidade humana tem avançado. A juventude se manifesta aberta e solicita para descobrir o sentido da vida e o projeto de Deus. É sedenta de um mundo novo que valha a pena para se viver melhor...

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    Mary Dourado13/01/2015Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Essa foi a primeira edição que recebemos da revista desde que aderimos à Campanha dos Devotos. Há algum tempo atrás decidi doar as Revistas de Aparecida que tenho em casa, mas antes disso me dispus a ler todas elas, algo que não fazia há muito tempo (eu só lia algumas colunas que chamavam minha atenção, e isso também não era tão frequente). Eu não as lia por preguiça, admito, às vezes achava que seriam chatas por serem de cunho religioso e também porque até 2010 eu não era uma leitora assídua (então houve um processo de pegar gosto pela leitura, conhecer vários gêneros e deixar o julgamento de livros para trás). Sobre serem chatas, admito que fiz um péssimo julgamento, elas entrelaçam assuntos religiosos com temas atuais no convívio social, e eu acho isso ótimo para a formação religiosa-social, além de conhecer mais sobre a sua religião, há a oportunidade de rever tópicos de participação social que antes não dávamos a devida importância. Como já disse, propus a mim mesma ler essas revistas antes de doá-las, isso começou em 2013, num momento pós- Jornada Mundial da Juventude, eu percebi o quanto ir às missas no domingo havia se tornado rotina e que isso estava fazendo a religião perder sentido na minha vida, isso no sentido de conhecer a minha religião, saber mais sobre a fé que eu prego, desde as primeiras comunidades religiosas até a Igreja Apostólica Romana atual, tanto que se alguém me perguntasse sobre a trajetória da minha religião, o que é o catolicismo na minha vida e por que eu o sigo, sinceramente, minhas respostas seriam vagas, com conteúdo escasso. O plano era ler a Bíblia desde o Gênesis ao Apocalipse e como complemento as Revistas de Aparecida e de São Judas Tadeu, mas como todo o plano tem que sair do ‘papel’ e a procrastinação muitas vezes atrapalha, só coloquei isso em prática, efetivamente, no segundo semestre de 2014. Sobre essa edição, ela teve um participação especial no início desse “plano”, já que um dos assuntos mais tratados é a juventude, e eu me identifiquei com muitas ideias apresentadas no decorrer dela.

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