Tae-jun, o segundo filho do general da Tribo do Fogo, recebe a missão de capturar o Dragão Maligno e o bando faminto e feliz. Porém, há uma ressalva: enquanto ele não capturar esses "criminosos", ele não poderá voltar a casa.
"Só estava pensando que ninguém é completamente mau."
À semelhança do volume anterior, este volume também os seus momentos de comédia, no entanto há um melhor balanço entre a comédia e o drama. Kan Tae-jun, o tipo que tentou matar Yona e Hak, está de volta. No meio da sua missão, ele acaba por saber que a princesa ainda está viva e Yona vê nele uma oportunidade para melhorar as coisas na Tribo do Fogo. Aqui o interessante é que Yona, pela primeira vez, demonstra ter uma visão a longo prazo. Tal como ela, Tae-jun também é um mimado que pouco sabe da realidade e por isso a nossa princesa tenta abrir-lhe os olhos. É muito bonito ver que a liderança de Yona e o quanto ela pode influenciar as pessoas com a sua compaixão e gentileza.
Claro que esta redenção Tae-jun não acontece da noite para o dia e a autora mostra isso muito bem. Tae-jun realmente começa perceber que se calhar as coisas não são tão boas quanto lhe fizeram crer e, com a ajuda do Dragão Maligno e do bando faminto e feliz, ele enceta algumas mudanças nos vilarejos mais empobrecidos. Contudo, ele ainda tem momentos em que questiona o que raios está a fazer e por vezes chega a pensar em fugir e voltar para casa. Ainda assim, ele fica e aos poucos vai construído uma espécie de família entre os seus subordinados. E esses fazem os melhores momentos de comédia! Assim como Yona, Tae-jun vai liderando pelo exemplo e conquistando aos pouquinhos a confiança das pessoas - até, no futuro, se transformar num grande aliado para Yona, Hak, Yoon e os dragões.
"Pessoas são espelhos. Se você sorrir, um sorriso será refletido."