Confessions Of A Heretic - The Sacred And The Profane: Behemoth And Beyond

    Adam Nergal Darski

    Jawbone Press
    2015
    293 páginas
    9h 46m
    ISBN-10: B00SXOLIRY

    “Rebellion is a part of youth. Sometimes it’s dangerous. Instead of a sword, I hold a guitar in my hands. I’m in the same, rigid world but instead of Molotov cocktails, I’ve got a computer. It’s a much more powerful weapon." Confessions Of A Heretic is the forthright and erudite memoir of the front man and driving force behind the Polish heavy-metal group Behemoth, currently at the top of their game following the release of their 2014 US Top 40 album The Satanist. Presented as a series of interrogations by friends and associates, the book reveals a complex man of great contrast—a health-conscious, highly personable intellectual known for his extreme views and even more extreme music—lifting the lid on everything from his clashes with the Polish Catholic church to appearing as a judge on the Polish edition of The Voice to his recent battle with leukaemia.

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    Túlio Costa14/11/2018Resenhou um livro
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    Confissões de um Herege: uma biografia?

    Alguns dias depois do lançamento do mais recente álbum do Behemoth, "I Loved You at Your Darkest", e de algumas entrevistas com Nergal, decidi finalmente começar "seu" livro. Behemoth tem sido há alguns anos e ainda é uma das bandas que mais me fascina, com suas letras bem trabalhadas e provocativas. Por isso, saber um pouco mais da mente por trás de tudo isso já era mais que desejado. Infelizmente, não posso dizer que fiquei satisfeito com o resultado desse livro. Primeiramente, seu maior erro foi escolher o formato de uma entrevista para compô-lo. Apesar de dinâmico, as respostas são diversas vezes rasas e, além disso, o livro não segue bem uma cronologia de acontecimentos, o que me deixou diversas vezes confuso. Outra coisa que vale ser ressaltada são alguns informações e nomes muito específicos da Polônia, que não fazia a mínima ideia de quem eram ou sua fama no país. Muitas vezes, as perguntas se focaram em assuntos desinteressantes e, ao meu ver, faltou mais histórias da banda. Resumindo, o livro envelheceu bastante nesses últimos 6 anos. Penso que haveria coisas bem mais interessantes a serem discutidas algum tempo após o lançamento do grande The Satanist, de 2014, que marca o auge da carreira de Nergal e do Behemoth. No mais, serviu para matar minha curiosidade, além de ter sido uma leitura agradável.

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